segunda-feira, 9 de julho de 2012

11ª Jornada de AGROECOLOGIA


Cuidando da Terra, Cultivando Biodiversidade,
Colhendo Soberania Alimentar
Terra Livre de Transgênicos e sem Agrotóxicos

Construindo o Projeto Popular e Soberano para a Agricultura

11 a 14 de julho de 2012 – UEL – Londrina - PR

 As Jornadas de Agroecologia são parte de um processo de articulação das organizações que promovem a agroecologia e a luta permanente contra o projeto das empresas transnacionais do agronegócio. Inicia-se em 2002 na cidade de Ponta Grossa no Paraná, e por mais duas edições, em 2003 e 2004, segue denunciando o avanço do agronegócio no campo brasileiro.

Em 2005, a 4ª Jornada de Agroecologia, acontece na cidade de Cascavel, região oeste do Paraná, com objetivo de alertar a toda a população e os participantes, sobre o projeto das transnacionais para dominação do campo produtivo brasileiro a partir da produção de produtos transgênicos e o uso abusivo de agrotóxicos. E ainda neste sentido, as três próximas edições da jornada, de 2006 a 2008, permanecem na cidade de Cascavel, avançando nas atividades de intercâmbio de experiências e estudos sobre práticas agroecológicas.

A 8ª e 9ª edições acontecem na região sudoeste do estado, cidade de Francisco Beltrão, em 2009 e 2010, e tem como principal objetivo fomentar a participação da agricultura familiar no debate da agroecologia e seguir dando continuidade na construção do projeto popular para o Brasil.

 Atualmente as diversas organizações e movimentos sociais que promovem as edições da Jornada de Agroecologia, vem se desafiando na região norte do estado, na cidade de Londrina, 2011 e agora em 2012 em sua 11ª edição, ressaltando o grande movimento agroecológico, de lutas dos povos contra a mercantilização da vida, comprometendo-se a construir uma nova sociedade, sustentável e capaz de satisfazer as necessidades fundamentais e assim garantir os direitos das gerações futuras.
As edições da jornada tem um público em média de 4 mil participantes, de diversos movimentos sociais, organizações populares, técnicos, acadêmicos, pesquisadores, profissionais da saúde, educação e segue fortalecendo a unidade política entre o campo e a cidade. As jornadas configuram-se como um espaço de estudo, mobilização e troca de experiências.

E sempre atenta ao momento histórico, a Jornada de Agroecologia, ao mesmo tempo em que propõe e constrói um projeto ao desenvolvimento das famílias camponesas e da classe trabalhadora, também apresenta-se combativa desde seu início, num enfrentamento direto ao agronegócio e à ofensiva capitalista no campo brasileiro.
Promovem as Jornadas: MST - Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra; MPA - Movimento dos Pequenos Agricultores; MAB - Movimento dos Atingidos por Barragens; MMC - Movimento de Mulheres Camponesas; CPT – Comissão Pastoral da Terra; FEAB – Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil; Terra de Direitos e GALO – Grupo de Agroecologia de Londrina.

As Sementes são patrimônio dos Povos a serviço da Humanidade!
Globalizamos a luta, globalizamos a esperança!


DATA
MANHÃ
                                          TARDE
NOITE
11/07/12
(quarta-feira)
- Chegada das delegações
- Organização Participativa do Evento e das Equipes
- Credenciamento
10 h – Mística (Região noroeste) - Ginásio externo do CEFE
 Ato de Abertura – 11ª Jornada de Agroecologia


14 h - Marcha pela Agroecologia e Integração Campo e Cidade (Pela cidade de Londrina)
19 h – Show da Juventude Camponesa
(apresentações dos colégios de assentamento)
12/07/12

(quinta-feira)
Ginásio externo do CEFE
08 h – Mística (ELAA, Rede Puxirão, IEEP, CEMPO, Contestado)

08:30 h – Conferência:

“O movimento do capital e seu projeto de dominação na agricultura e suas consequências.”
João Pedro Stédile – Via Campesina Brasil
Darci Frigo – Terra de Direitos
14:00  - Oficinas – Salas do CESA, CCH, CECA,CCB
14:00  - Seminários Temáticos
O protagonismo e desafios da Juventude”
Trabalho de base na agroecologia”
Educação do Campo”
Centenário da Guerra do Contestado”
Bate-papo com a Juventude” (estudantes dos colégios de assentamentos)
17:30 – Mística ENFF (curso latinoamericano)
Conferência: “Integração dos Povos da América”
19h30 – Noite Cultural

Unidade do Diverso
“Arrastão de Maracatu” - Maracatu Semente de Angola (concentração nas cozinhas)
"Mostra itinerante de obras selecionadas" - Acir Batista
"Boi Cidadão"TUM
"Pedras e Sonhos" - El Efecto
13/07/12

(sexta-feira)
Ginásio externo do CEFE
08:00 -  Mística (Turma Licenciatura Educação do Campo - Unicentro)
08:30 h – Conferencias: “A construção do Projeto Popular e Soberano para a Agricultura”
“Produzindo Alimentos e gerando Renda com a Matriz Agroecológica”.
Álvaro Delatorre – MST RS

“A educação e a cultura na construção do Projeto Popular”
Maria Isabel Grein e José Maria Tardin

lançamentos dos Livros: Dicionário da Educação do Campo (Fiocruz e MST)
Revolução  Agroecológica: O Movimento de Camponês a Camponês (ANAP/Cuba)
Biodiversidade como bem comum: Direito dos Agricultores, Agricultoras, Povos e Comunidades Tradicionais (Terra de Direitos)

Calendário de articulações e Lutas para o próximo período.

14:00  - Oficinas – Salas do CESA, CCH, CECA
14:00  - Seminários Temáticos
O protagonismo e desafios da Juventude”
Trabalho de base na agroecologia”
Educação do Campo”
Centenário da Guerra do Contestado”
Bate-papo com a Juventude” (estudantes dos colégios de assentamentos)

17:30 - Mística (Organizações Urbanas)
Conferência: “Organização, agroecologia e mística: Uma prática coletiva permanente.” Ademar Bogo

18:30 – Assitência Técnica, Agroecologia e Reforma Agrária – Técnicos ATES e Setor de Produção MST

18:30 – Assembléia Popular da Juventude.
19h30 – Noite Cultural

Unidade do Diverso

“Arrastão de Maracatu” - Maracatu Semente de Angola (concentração nas cozinhas)
"Mostra itinerante de obras selecionadas" - Acir Batista
“Orquestra Londrinense São Domingos Sávio de Viola Caipira”
“Fabio Paes”
"Bem vindos ao Circo”- AeroCircus
"Bailão da Agroecologia”- Grupo Saci-Arte e Trio Gameleira.


14/07/12
(sábado)
08:30 h – Mística (região Oeste e Norte)
09:00 h – Ato Político da 11ª Jornada de Agroecologia: Composição da Mesa com autoridades e convidados.
09:15 h – Conferência: “Cuidando da Terra, Cultivando Biodiversidade e Colhendo Soberania Alimentar”
10:30 h – Saudações dos convidados e autoridades
11:30 h – Mística da Partilha e troca das Sementes
12:00 h – Almoço Comunitário


SEIS PLANTAS DE INTERIOR RECOMENDADAS

 
 1. Palmera de Bambu : Elimina formaldeído e também se diz que atua como um umidificador natural.

2. Espada de São Jorge: Serve para absorver os óxidos de nitrogênio y formaldeído.
...

3. Palmeira: Uma das melhores plantas de purificacão do ar para a limpeza do ar em geral.

4. Planta aranha: Grande planta de interior para eliminar o monóxido de carbono e outras toxinas e impurezas. Planta-aranha são uma das três plantas consideradas melhor dos casos da eliminação de formaldeído do ar.

5. Lírio de paz: este poderíamos chamar de "limpeza de todos." Frequentemente são colocados no banheiro ou lavanderia, uma vez que eles são conhecidos para a remoção de esporos de fungos. Também conhecido para eliminar formaldeído y el tricloroetileno (é um hidrocarboneto clorado comumente usado como um solvente industrial ).

6. Gérbera: No solo estas maravilhosas flores elimina o benzeno no ar, são conhecidos para melhorar o sono ao absorver dióxido de carbono e emitem mais oxigênio durante a noite.

Amigos da Agroecologia

Agricultura sustentável tem que considerar aspectos socioeconômicos e culturais dos grupos sociais implicados. Não basta proteger e melhorar o solo ou a produtividade agrícola se não resulta em melhorias nas condições de vida das pessoas envolvidas. Portanto, agricultura sustentável é um conceito que implica aspectos políticos e ideológicos que tem a ver com o conceito de cidadania e libertação dos esquemas de dominação impostos por setores de nossa própria sociedade e por interesses econômicos de grandes grupos, de modo que não se pode abordar o tema reduzindo outra vez as questões técnicas.

Francisco Roberto Caporal


Campanha Permanente Contra Agrotóxicos e Pela Vida

Amigos da Agroecologia

BANIR OS AGROTÓXICOS 

Assine o Abaixo-Assinado virtual que pede o banimento dos agrotóxicos já proibidos em outros países do mundo e que circulam livremente no Brasil.

Desde de 2008 o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos. Em 2010 foram mais de 1 bilhão de litros jogados nas lavouras brasileiras, isso equivale a 5,2 litros de agrotóxicos por pessoa.
Para piorar a situação existe uma quantidade enorme de agrotóxicos que são banidos em diversos países do mundo e que são usados livremente aqui no Brasil. Tais agrotóxicos são banidos justamente pela comprovação cientifica de que tais substâncias causam danos a saúde humana e ao meio ambiente.
É inaceitável que o nosso país continue sendo a grande lixeira tóxica do planeta. Por isso, desde 2011, diversas entidades nacionais criaram a Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida.
Exigimos que sejam banidos os 14 tipos de agrotóxicos banidos no resto do mundo que ainda são permitidos no Brasil.
A Campanha tem o objetivo de alertar a população sobre os perigos dos agrotóxicos, pressionar governos e propor um modelo de agricultura saudável para todas e todos, baseado na agroecologia.
Assine já, pelo banimento dos banidos! Entre no link abaixo.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Movimento pela construção imediata de Unidade Básica de Saúde no bairro Zona Sete de Maringá

Em 26 de Junho do corrente ano, o núcleo de Maringá do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES) propôs um debate acerca da necessidade de imediata construção de uma Unidade Básica de Saúde na Zona Sete.
Na ocasião, compareceram representantes de entidades sindicais, estudantis, associação de moradores de bairro (Vila Esperança e Zona Sete), a presidente e alguns conselheiros do Conselho Municipal de Saúde, docentes dos Departamentos de Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Biologia Celular da UEM, além do relator da matéria mencionada do Conselho Administrativo da Universidade Estadual de Maringá - UEM (CAD) .

Inicialmente, o CEBES informou aos participantes que a aprovação da construção de UBS na Zona Sete foi deliberada na Conferência Municipal de Saúde de Maringá, em 2007, o recurso financeiro foi repassado em 2010, e há disponibilidade de espaço físico para a construção da Unidade.

Ademais, é notória a demanda por serviços de atenção básica à saúde dentre os moradores do bairro, prova disso é que há super- lotação da Unidade do bairro vizinho, Vila Esperança.
Desta forma, ficou muito claro por meio do debate que todos os presentes defendem a imediata construção de uma UBS na Zona Sete, tendo como embasamento a defesa da saúde pública e o direito universal e inalienável de acesso à saúde.
Outro ponto importante a ser destacado, é o comprometimento das três esferas de governos (União, Estados e Munícipios) firmado por meio do Pacto pela Saúde de 2007 que prevê a importância de se expandir os serviços de Atenção Básica.
O grande questionamento que se faz é o motivo pelo qual, passados seis anos, desde a aprovação pela Conferência Municipal de Saúde, do prefeito Sílvio Barros junto de seu Secretário Municipal de Saúde não terem construído a UBS na Zona Sete? Qual a razão de transferir sua responsabilidade pela construção e administração da UBS para UEM?

Ninguém que estivesse presente da comunidade acadêmica da UEM defendeu a idéia de assumir essa responsabilidade porque ela é da Prefeitura Municipal de Maringá e de sua secretaria municipal de Saúde.

O CEBES, novamente, reiterou sua posição contrária à construção de uma UBS dentro da UEM, contando, dessa vez, com o apoio de docentes dos departamentos mencionados, com os alunos de medicina e economia e representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Seus argumentos continuam sendo:
a) Que a construção e a administração da UBS, como já foi mencionado anteriormente, é de responsabilidade total da Prefeitura Municipal de Maringá e não da UEM;
b) É imprescindível que toda UBS esteja localizada no terreno da Prefeitura. Sua localização em qualquer “área fechada” cria, de um lado, barreira natural para o acesso da comunidade externa à ela e, do outro, privilégio natural à comunidade interna. Ora, todo privilégio gera discriminação o que contraria os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de Universalização e equidade no acesso aos serviços de saúde;

c) A gestão compartilhada entre os gestores municipal e estadual deverá gerar conflitos, em especial na contratação de profissionais e nos processos de trabalho, sinalizando assistência inadequada ou não assistência aos usuários;
d) Que a UBS não pode levar a marca da UEM e sim dela própria como saúde pública e coletiva de responsabilidade do governo municipal. Assim, independentemente dessa marca ser boa ou péssima, a responsabilidade é do governo municipal e não da UEM e;

e) Que a UBS tem que ser da população usuária e colocada à sua total disposição. Para isso a UBS precisa estar no terreno do Município. Afinal de contas, o terreno do Município pertence a todos os munícipes. Nesse sentido e para dar seu bom exemplo à sociedade, cabe à UEM ser coerente com os princípios do SUS, exigindo que o seu verdadeiro responsável assuma a UBS: a Prefeitura Municipal de Maringá.

O debate foi encerrado com a criação de uma comissão do “Movimento pela imediata construção de UBS na Zona Sete” constituída pelas seguintes entidades: CEBES, DCE, Associação de Bairros da Zona Sete e Vila Esperança, SINTEEMAR e uma entidade representativa dos docentes.

Diante da urgência tirou-se um encaminhamento da comissão constituída reunir-se na próxima terça-feira, dia 03 de Junho de 2012, às 19:30 horas, no DACESE, Bloco 125, UEM.

COORDENAÇÃO DO CEBES – NÚCLEO REGIONAL MARINGÁ

Movimento pela construção imediata de Unidade Básica de Saúde no bairro Zona Sete de Maringá

Em 26 de Junho do corrente ano, o núcleo de Maringá do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES) propôs um debate acerca da necessidade de imediata construção de uma Unidade Básica de Saúde na Zona Sete.
Na ocasião, compareceram representantes de entidades sindicais, estudantis, associação de moradores de bairro (Vila Esperança e Zona Sete), a presidente e alguns conselheiros do Conselho Municipal de Saúde, docentes dos Departamentos de Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Biologia Celular da UEM,  além do relator da matéria mencionada do Conselho Administrativo da Universidade Estadual de Maringá - UEM (CAD) .
Inicialmente, o CEBES informou aos participantes que a aprovação da construção de UBS na Zona Sete foi deliberada na Conferência Municipal de Saúde de Maringá, em 2007, o recurso financeiro foi repassado em 2010, e há disponibilidade de espaço físico para a construção da Unidade.
 Ademais, é notória a demanda por serviços de atenção básica à saúde dentre os moradores do bairro, prova disso é que há  super- lotação da Unidade do bairro vizinho, Vila Esperança.
Desta forma, ficou muito claro por meio do debate que todos os presentes defendem a imediata construção de uma UBS na Zona Sete, tendo como embasamento a defesa da saúde pública e o direito universal e inalienável de acesso à saúde.
Outro ponto importante a ser destacado, é o comprometimento das três esferas de governos (União, Estados e Munícipios) firmado por meio do Pacto pela Saúde de 2007 que prevê a importância de se expandir os serviços de Atenção Básica.
O grande questionamento que se faz é o motivo pelo qual, passados seis anos, desde a aprovação pela Conferência Municipal de Saúde, do prefeito Sílvio Barros junto de seu Secretário Municipal de Saúde não terem construído a UBS na Zona Sete? Qual a razão de transferir sua responsabilidade pela construção e administração da UBS para UEM?
Ninguém que estivesse presente da comunidade acadêmica da UEM defendeu a idéia de assumir essa responsabilidade porque ela é da Prefeitura Municipal de Maringá e de sua secretaria municipal de Saúde.
 O CEBES, novamente, reiterou sua posição contrária à construção de uma UBS dentro da UEM, contando, dessa vez, com o apoio de docentes dos departamentos mencionados, com os alunos de medicina e economia e representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Seus argumentos continuam sendo:
a) Que a construção e a administração da UBS, como já foi mencionado anteriormente, é de responsabilidade total da Prefeitura Municipal de Maringá e não da UEM;
b) É imprescindível que toda UBS esteja localizada no terreno da Prefeitura. Sua localização em qualquer “área fechada” cria, de um lado, barreira natural para o acesso da comunidade externa à ela e, do outro, privilégio natural à comunidade interna. Ora, todo privilégio gera discriminação o que contraria os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de Universalização e equidade no acesso aos serviços de saúde;
c) A gestão compartilhada entre os gestores municipal e estadual deverá gerar conflitos, em especial na contratação de profissionais e nos processos de trabalho, sinalizando assistência inadequada ou não assistência aos usuários;
d) Que a UBS não pode levar a marca da UEM e sim dela própria como saúde pública e coletiva de responsabilidade do governo municipal. Assim, independentemente dessa marca ser boa ou péssima, a responsabilidade é do governo municipal e não da UEM e;
e) Que a UBS tem que ser da população usuária e colocada à sua total disposição. Para isso a UBS precisa estar no terreno do Município. Afinal de contas, o terreno do Município pertence a todos os munícipes. Nesse sentido e para dar seu bom exemplo à sociedade, cabe à UEM ser coerente com os princípios do SUS, exigindo que o seu verdadeiro responsável assuma a UBS: a Prefeitura Municipal de Maringá.
O debate foi encerrado com a criação de uma comissão do “Movimento pela imediata construção de UBS na Zona Sete” constituída pelas seguintes entidades: CEBES, DCE, Associação de Bairros da Zona Sete e Vila Esperança, SINTEEMAR e uma entidade representativa dos docentes.
Diante da urgência tirou-se um encaminhamento da comissão constituída reunir-se na próxima terça-feira, dia 03 de Junho de 2012, às 19:30 horas, no DACESE, Bloco 125, UEM.
COORDENAÇÃO DO CEBES – NÚCLEO REGIONAL MARINGÁ

Movimento pela construção imediata de Unidade Básica de Saúde no bairro Zona Sete de Maringá

Em 26 de Junho do corrente ano, o núcleo de Maringá do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES) propôs um debate acerca da necessidade de imediata construção de uma Unidade Básica de Saúde na Zona Sete.
Na ocasião, compareceram representantes de entidades sindicais, estudantis, associação de moradores de bairro (Vila Esperança e Zona Sete), a presidente e alguns conselheiros do Conselho Municipal de Saúde, docentes dos Departamentos de Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Biologia Celular da UEM,  além do relator da matéria mencionada do Conselho Administrativo da Universidade Estadual de Maringá - UEM (CAD) .
Inicialmente, o CEBES informou aos participantes que a aprovação da construção de UBS na Zona Sete foi deliberada na Conferência Municipal de Saúde de Maringá, em 2007, o recurso financeiro foi repassado em 2010, e há disponibilidade de espaço físico para a construção da Unidade.

 Ademais, é notória a demanda por serviços de atenção básica à saúde dentre os moradores do bairro, prova disso é que há  super- lotação da Unidade do bairro vizinho, Vila Esperança.
Desta forma, ficou muito claro por meio do debate que todos os presentes defendem a imediata construção de uma UBS na Zona Sete, tendo como embasamento a defesa da saúde pública e o direito universal e inalienável de acesso à saúde.
Outro ponto importante a ser destacado, é o comprometimento das três esferas de governos (União, Estados e Munícipios) firmado por meio do Pacto pela Saúde de 2007 que prevê a importância de se expandir os serviços de Atenção Básica.
O grande questionamento que se faz é o motivo pelo qual, passados seis anos, desde a aprovação pela Conferência Municipal de Saúde, do prefeito Sílvio Barros junto de seu Secretário Municipal de Saúde não terem construído a UBS na Zona Sete? Qual a razão de transferir sua responsabilidade pela construção e administração da UBS para UEM?

Ninguém que estivesse presente da comunidade acadêmica da UEM defendeu a idéia de assumir essa responsabilidade porque ela é da Prefeitura Municipal de Maringá e de sua secretaria municipal de Saúde.
 O CEBES, novamente, reiterou sua posição contrária à construção de uma UBS dentro da UEM, contando, dessa vez, com o apoio de docentes dos departamentos mencionados, com os alunos de medicina e economia e representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Seus argumentos continuam sendo:

a) Que a construção e a administração da UBS, como já foi mencionado anteriormente, é de responsabilidade total da Prefeitura Municipal de Maringá e não da UEM;
b) É imprescindível que toda UBS esteja localizada no terreno da Prefeitura. Sua localização em qualquer “área fechada” cria, de um lado, barreira natural para o acesso da comunidade externa à ela e, do outro, privilégio natural à comunidade interna. Ora, todo privilégio gera discriminação o que contraria os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de Universalização e equidade no acesso aos serviços de saúde;
c) A gestão compartilhada entre os gestores municipal e estadual deverá gerar conflitos, em especial na contratação de profissionais e nos processos de trabalho, sinalizando assistência inadequada ou não assistência aos usuários;
d) Que a UBS não pode levar a marca da UEM e sim dela própria como saúde pública e coletiva de responsabilidade do governo municipal. Assim, independentemente dessa marca ser boa ou péssima, a responsabilidade é do governo municipal e não da UEM e;
e) Que a UBS tem que ser da população usuária e colocada à sua total disposição. Para isso a UBS precisa estar no terreno do Município. Afinal de contas, o terreno do Município pertence a todos os munícipes. Nesse sentido e para dar seu bom exemplo à sociedade, cabe à UEM ser coerente com os princípios do SUS, exigindo que o seu verdadeiro responsável assuma a UBS: a Prefeitura Municipal de Maringá.
O debate foi encerrado com a criação de uma comissão do “Movimento pela imediata construção de UBS na Zona Sete” constituída pelas seguintes entidades: CEBES, DCE, Associação de Bairros da Zona Sete e Vila Esperança, SINTEEMAR e uma entidade representativa dos docentes.
Diante da urgência tirou-se um encaminhamento da comissão constituída reunir-se na próxima terça-feira, dia 03 de Junho de 2012, às 19:30 horas, no DACESE, Bloco 125, UEM.


COORDENAÇÃO DO CEBES – NÚCLEO REGIONAL MARINGÁ

Movimento pela construção imediata de Unidade Básica de Saúde no bairro Zona Sete de Maringá

Em 26 de Junho do corrente ano, o núcleo de Maringá do Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES) propôs um debate acerca da necessidade de imediata construção de uma Unidade Básica de Saúde na Zona Sete. Na ocasião, compareceram representantes de entidades sindicais, estudantis, associação de moradores de bairro (Vila Esperança e Zona Sete), a presidente e alguns conselheiros do Conselho Municipal de Saúde, docentes dos Departamentos de Enfermagem, Farmácia, Odontologia e Biologia Celular da UEM,  além do relator da matéria mencionada do Conselho Administrativo da Universidade Estadual de Maringá - UEM (CAD) .
Inicialmente, o CEBES informou aos participantes que a aprovação da construção de UBS na Zona Sete foi deliberada na Conferência Municipal de Saúde de Maringá, em 2007, o recurso financeiro foi repassado em 2010, e há disponibilidade de espaço físico para a construção da Unidade.

 Ademais, é notória a demanda por serviços de atenção básica à saúde dentre os moradores do bairro, prova disso é que há  super- lotação da Unidade do bairro vizinho, Vila Esperança.
Desta forma, ficou muito claro por meio do debate que todos os presentes defendem a imediata construção de uma UBS na Zona Sete, tendo como embasamento a defesa da saúde pública e o direito universal e inalienável de acesso à saúde.
Outro ponto importante a ser destacado, é o comprometimento das três esferas de governos (União, Estados e Munícipios) firmado por meio do Pacto pela Saúde de 2007 que prevê a importância de se expandir os serviços de Atenção Básica.
O grande questionamento que se faz é o motivo pelo qual, passados seis anos, desde a aprovação pela Conferência Municipal de Saúde, do prefeito Sílvio Barros junto de seu Secretário Municipal de Saúde não terem construído a UBS na Zona Sete? Qual a razão de transferir sua responsabilidade pela construção e administração da UBS para UEM?

Ninguém que estivesse presente da comunidade acadêmica da UEM defendeu a idéia de assumir essa responsabilidade porque ela é da Prefeitura Municipal de Maringá e de sua secretaria municipal de Saúde.
 O CEBES, novamente, reiterou sua posição contrária à construção de uma UBS dentro da UEM, contando, dessa vez, com o apoio de docentes dos departamentos mencionados, com os alunos de medicina e economia e representante do Diretório Central dos Estudantes (DCE).
Seus argumentos continuam sendo:

a) Que a construção e a administração da UBS, como já foi mencionado anteriormente, é de responsabilidade total da Prefeitura Municipal de Maringá e não da UEM;
b) É imprescindível que toda UBS esteja localizada no terreno da Prefeitura. Sua localização em qualquer “área fechada” cria, de um lado, barreira natural para o acesso da comunidade externa à ela e, do outro, privilégio natural à comunidade interna. Ora, todo privilégio gera discriminação o que contraria os princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) de Universalização e equidade no acesso aos serviços de saúde;
c) A gestão compartilhada entre os gestores municipal e estadual deverá gerar conflitos, em especial na contratação de profissionais e nos processos de trabalho, sinalizando assistência inadequada ou não assistência aos usuários;
d) Que a UBS não pode levar a marca da UEM e sim dela própria como saúde pública e coletiva de responsabilidade do governo municipal. Assim, independentemente dessa marca ser boa ou péssima, a responsabilidade é do governo municipal e não da UEM e;
e) Que a UBS tem que ser da população usuária e colocada à sua total disposição. Para isso a UBS precisa estar no terreno do Município. Afinal de contas, o terreno do Município pertence a todos os munícipes. Nesse sentido e para dar seu bom exemplo à sociedade, cabe à UEM ser coerente com os princípios do SUS, exigindo que o seu verdadeiro responsável assuma a UBS: a Prefeitura Municipal de Maringá.
O debate foi encerrado com a criação de uma comissão do “Movimento pela imediata construção de UBS na Zona Sete” constituída pelas seguintes entidades: CEBES, DCE, Associação de Bairros da Zona Sete e Vila Esperança, SINTEEMAR e uma entidade representativa dos docentes.
Diante da urgência tirou-se um encaminhamento da comissão constituída reunir-se na próxima terça-feira, dia 03 de Junho de 2012, às 19:30 horas, no DACESE, Bloco 125, UEM.


COORDENAÇÃO DO CEBES – NÚCLEO REGIONAL MARINGÁ