sábado, 29 de junho de 2013

Lista de escândalos de corrupção durante os 8 anos de FHC - PSDB

Por Tela Crente, em 20 de setembro de 2010
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Fernando Henrique Cardoso – PSDB
Hoje nossa Leitora do blog, Marcial da Selva, fez em seu comentário uma pergunta sobre quantos ministros foram demitidos no governo do Fernando Henrique Cardoso.
Não encontramos a quantidade nem os nomes demitidos, mas encontramos uma lista com os escândalos de corrupção durante a era FHC – 01/01/1995 -  01/01/2003.
1 – Conivência com a corrupção
O governo do PSDB tem sido conivente com a corrupção. Um dos primeiros gestos de FHC ao assumir a Presidência, em 1995, foi extinguir, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, instituída no governo Itamar Franco e composta por representantes da sociedade civil, que tinha como objetivo combater a corrupção. Em 2001, para impedir a instalação da CPI da Corrupção, FHC criou a Controladoria-Geral da União, órgão que se especializou em abafar denúncias.
2 – O escândalo do Sivam
O contrato para execução do projeto Sivam foi marcado por escândalos. A empresa Esca, associada à norte-americana Raytheon, e responsável pelo gerenciamento do projeto, foi extinta por fraudes contra a Previdência. Denúncias de tráfico de influência derrubaram o embaixador Júlio César dos Santos e o ministro da Aeronáutica, Brigadeiro Mauro Gandra.
3 – A farra do Proer
O Proer demonstrou, já em 1996, como seriam as relações do governo FHC com o sistema financeiro. Para FHC, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais.
4 – Caixa-dois de campanhas
As campanhas de FHC em 1994 e em 1998 teriam se beneficiado de um esquema de caixa-dois. Em 1994, pelo menos R$ 5 milhões não apareceram na prestação de contas entregue ao TSE. Em 1998, teriam passado pela contabilidade paralela R$ 10,1 milhões.
5 – Propina na privatização
A privatização do sistema Telebrás e da Vale do Rio Doce foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de FHC e do senador José Serra e ex-diretor da Área Internacional do Banco do Brasil, é acusado de pedir propina de R$ 15 milhões para obter apoio dos fundos de pensão ao consórcio do empresário Benjamin Steinbruch, que levou a Vale, e de ter cobrado R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar.
6 – A emenda da reeleição
O instituto da reeleição foi obtido por FHC a preços altos. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Os deputados foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara.
7 – Grampos telefônicos
Conversas gravadas de forma ilegal foram um capítulo à parte no governo FHC. Durante a privatização do sistema Telebrás, grampos no BNDES flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do BNDES, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do banco Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até FHC entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil.
8 – TRT paulista
A construção da sede do TRT paulista representou um desvio de R$ 169 milhões aos cofres públicos. A CPI do Judiciário contribuiu para levar o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do Tribunal, para a cadeia e para cassar o mandato do Senador Luiz Estevão (PMDB-DF), dois dos principais envolvidos no caso.
9 – Os ralos do DNER
O DNER foi o principal foco de corrupção no governo de FHC. Seu último avanço em matéria de tecnologia da propina atende pelo nome de precatórios. A manobra consiste em furar a fila para o pagamento desses títulos. Estima-se que os beneficiados pela fraude pagavam 25% do valor dos precatórios para a quadrilha que comandava o esquema. O órgão acabou sendo extinto pelo governo.
10 – O “caladão”
O Brasil calou no início de julho de 1999 quando o governo FHC implementou o novo sistema de Discagem Direta a Distância (DDD). Uma pane geral deixou os telefones mudos. As empresas que provocaram o caos no sistema haviam sido recém-privatizadas. O “caladão” provocou prejuízo aos consumidores, às empresas e ao próprio governo. Ficou tudo por isso mesmo.
11 – Desvalorização do real
FHC se reelegeu em 1998 com um discurso que pregava “ou eu ou o caos”. Segurou a quase paridade entre o real e o dólar até passar o pleito. Vencida a eleição, teve de desvalorizar a moeda. Há indícios de vazamento de informações do Banco Central. O deputado Aloizio Mercadante, do PT, divulgou lista com o nome dos 24 bancos que lucraram muito com a mudança cambial e outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas.
12 – O caso Marka/FonteCindam
Durante a desvalorização do real, os bancos Marka e FonteCindam foram socorridos pelo Banco Central com R$ 1,6 bilhão. O pretexto é que a quebra desses bancos criaria risco sistêmico para a economia. Chico Lopes, ex-presidente do BC, e Salvatore Cacciola, ex-dono do Banco Marka, estiveram presos, ainda que por um pequeno lapso de tempo. Cacciola retornou à sua Itália natal, onde vive tranqüilo.
13 – Base de Alcântara
O governo FHC enfrenta resistências para aprovar o acordo de cooperação internacional que permite aos Estados Unidos usarem a Base de Lançamentos Espaciais de Alcântara (MA). Os termos do acordo são lesivos aos interesses nacionais. Exemplos: áreas de depósitos de material americano serão interditadas a autoridades brasileiras. O acesso brasileiro a novas tecnologias fica bloqueado e o acordo determina ainda com que países o Brasil pode se relacionar nessa área. Diante disso, o PT apresentou emendas ao tratado – todas acatadas na Comissão de Relações Exteriores da Câmara.
14 – Biopirataria oficial
Antigamente, os exploradores levavam nosso ouro e pedras preciosas. Hoje, levam nosso patrimônio genético. O governo FHC teve de rever o contrato escandaloso assinado entre a Bioamazônia e a Novartis, que possibilitaria a coleta e transferência de 10 mil microorganismos diferentes e o envio de cepas para o exterior, por 4 milhões de dólares. Sem direito ao recebimento de royalties. Como um único fungo pode render bilhões de dólares aos laboratórios farmacêuticos, o contrato não fazia sentido. Apenas oficializava a biopirataria.
15 – O fiasco dos 500 anos
As festividades dos 500 anos de descobrimento do Brasil, sob coordenação do ex-ministro do Esporte e Turismo, Rafael Greca (PFL-PR), se transformaram num fiasco monumental. Índios e sem-terra apanharam da polícia quando tentaram entrar em Porto Seguro (BA), palco das comemorações. O filho do presidente, Paulo Henrique Cardoso, é um dos denunciados pelo Ministério Público de participação no episódio de superfaturamento da construção do estande brasileiro na Feira de Hannover, em 2000.
16 – Eduardo Jorge, um personagem suspeito
Eduardo Jorge Caldas, ex-secretário-geral da Presidência, é um dos personagens mais sombrios que freqüentou o Palácio do Planalto na era FHC. Suspeita-se que ele tenha se envolvido no esquema de liberação de verbas para o TRT paulista e em superfaturamento no Serpro, de montar o caixa-dois para a reeleição de FHC, de ter feito lobby para empresas de informática, e de manipular recursos dos fundos de pensão nas privatizações. Também teria tentado impedir a falência da Encol.
17 – Drible na reforma tributária
O PT participou de um acordo, do qual faziam parte todas as bancadas com representação no Congresso Nacional, em torno de uma reforma tributária destinada a tornar o sistema mais justo, progressivo e simples. A bancada petista apoiou o substitutivo do relator do projeto na Comissão Especial de Reforma Tributária, deputado Mussa Demes (PFL-PI). Mas o ministro da Fazenda, Pedro Malan, e o Palácio do Planalto impediram a tramitação.
18 – Rombo transamazônico na Sudam
O rombo causado pelo festival de fraudes transamazônicas na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia, a Sudam, no período de 1994 a 1999, ultrapassa R$ 2 bilhões. As denúncias de desvios de recursos na Sudam levaram o ex-presidente do Senado, Jader Barbalho (PMDB-PA) a renunciar ao mandato. Ao invés de acabar com a corrupção que imperava na Sudam e colocar os culpados na cadeia, o presidente Fernando Henrique Cardoso resolveu extinguir o órgão. O PT ajuizou ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra a providência do governo.
19 – Os desvios na Sudene
Foram apurados desvios de R$ 1,4 bilhão em 653 projetos da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste, a Sudene. A fraude consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos recebidos do Fundo de Investimentos do Nordeste (Finor) foram aplicados. Como no caso da Sudam, FHC decidiu extinguir o órgão. O PT também questionou a decisão no Supremo Tribunal Federal.
20 – Calote no Fundef
O governo FHC desrespeita a lei que criou o Fundef. Em 2002, o valor mínimo deveria ser de R$ 655,08 por aluno/ano de 1ª a 4ª séries e de R$ 688,67 por aluno/ano da 5ª a 8ª séries do ensino fundamental e da educação especial. Mas os valores estabelecidos ficaram abaixo: R$ 418,00 e R$ 438,90, respectivamente. O calote aos estados mais pobres soma R$ 11,1 bilhões desde 1998.
21 – Abuso de MPs
Enquanto senador, FHC combatia com veemência o abuso nas edições e reedições de Medidas Provisórias por parte José Sarney e Fernando Collor. Os dois juntos editaram e reeditaram 298 MPs. Como presidente, FHC cedeu à tentação autoritária. Editou e reeditou, em seus dois mandatos, 5.491medidas. O PT participou ativamente das negociações que resultaram na aprovação de emenda constitucional que limita o uso de MPs.
22 – Acidentes na Petrobras
Por problemas de gestão e falta de investimentos, a Petrobras protagonizou uma série de acidentes ambientais no governo FHC que viraram notícia no Brasil e no mundo. A estatal foi responsável pelos maiores desastres ambientais ocorridos no País nos últimos anos. Provocou, entre outros, um grande vazamento de óleo na Baía de Guanabara, no Rio, outro no Rio Iguaçu, no Paraná. Uma das maiores plataformas da empresa, a P-36, afundou na Bacia de Campos, causando a morte de 11 trabalhadores. A Petrobras também ganhou manchetes com os acidentes de trabalho em suas plataformas e refinarias que ceifaram a vida de centenas de empregados.
23 – Apoio a Fujimori
O presidente FHC apoiou o terceiro mandato consecutivo do corrupto ditador peruano Alberto Fujimori, um sujeito que nunca deu valor à democracia e que fugiu do País para não viver os restos de seus dias na cadeia. Não bastasse isso, concedeu a Fujimori a medalha da Ordem do Cruzeiro do Sul, o principal título honorário brasileiro. O Senado, numa atitude correta, acatou sugestão apresentada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR) e cassou a homenagem.
24 – Desmatamento na Amazônia
Por meio de decretos e medidas provisórias, o governo FHC desmontou a legislação ambiental existente no País. As mudanças na legislação ambiental debilitaram a proteção às florestas e ao cerrado e fizeram crescer o desmatamento e a exploração descontrolada de madeiras na Amazônia. Houve aumento dos focos de queimadas. A Lei de Crimes Ambientais foi modificada para pior.
25 – Os computadores do FUST
A idéia de equipar todas as escolas públicas de ensino médio com 290 mil computadores se transformou numa grande negociata. Os recursos para a compra viriam do Fundo de Universalização das Telecomunicações, o Fust. Mas o governo ignorou a Lei de Licitações, a 8.666. Além disso, fez megacontrato com a Microsoft, que teria, com o Windows, o monopólio do sistema operacional das máquinas, quando há softwares que poderiam ser usados gratuitamente. A Justiça e o Tribunal de Contas da União suspenderam o edital de compra e a negociata está suspensa.
26 – Arapongagem
O governo FHC montou uma verdadeira rede de espionagem para vasculhar a vida de seus adversários e monitorar os passos dos movimentos sociais. Essa máquina de destruir reputações é constituída por ex-agentes do antigo SNI ou por empresas de fachada. Os arapongas tucanos sabiam da invasão dos sem-terra à propriedade do presidente em Buritis, em março deste ano, e o governo nada fez para evitar a operação. Eles foram responsáveis também pela espionagem contra Roseana Sarney.
27 – O esquema do FAT
A Fundação Teotônio Vilela, presidida pelo ex-presidente do PSDB, senador alagoano Teotônio Vilela, e que tinha como conselheiro o presidente FHC, foi acusada de envolvimento em desvios de R$ 4,5 milhões do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). Descobriu-se que boa parte do dinheiro, que deveria ser usado para treinamento de 54 mil trabalhadores do Distrito Federal, sumiu. As fraudes no financiamento de programas de formação profissional ocorreram em 17 unidades da federação e estão sob investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) e do Ministério Público.
28 – Mudanças na CLT
A maioria governista na Câmara dos Deputados aprovou, contra o voto da bancada do PT, projeto que flexibiliza a CLT, ameaçando direitos consagrados dos trabalhadores, como férias, décimo terceiro e licença maternidade. O projeto esvazia o poder de negociação dos sindicatos. No Senado, o governo FHC não teve forças para levar adiante essa medida anti-social.
29 – Obras irregulares
Um levantamento do Tribunal de Contas da União, feito em 2001, indicou a existência de 121 obras federais com indícios de irregularidades graves. A maioria dessas obras pertence a órgãos como o extinto DNER, os ministérios da Integração Nacional e dos Transportes e o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas. Uma dessas obras, a hidrelétrica de Serra da Mesa, interior de Goiás, deveria ter custado 1,3 bilhão de dólares. Consumiu o dobro.
30 – Explosão da dívida pública
Quando FHC assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1995, a dívida pública interna e externa somava R$ 153,4 bilhões. Entretanto, a política de juros altos de seu governo, que pratica as maiores taxas do planeta, elevou essa dívida para R$ 684,6 bilhões em abril de 2002, um aumento de 346%. Hoje, a dívida já equivale a preocupantes 54,5% do PIB.
31 – Avanço da dengue
A omissão do Ministério da Saúde é apontada como principal causa da epidemia de dengue no Rio de Janeiro. O ex-ministro José Serra demitiu seis mil mata-mosquitos contratados para eliminar focos do mosquito Aedes Aegypti. Em 2001, o Ministério da Saúde gastou R$ 81,3 milhões em propaganda e apenas R$ 3 milhões em campanhas educativas de combate à dengue. Resultado: de janeiro a maio de 2002, só o estado do Rio registrou 207.521 casos de dengue, levando 63 pessoas à morte.
32 – Verbas do BNDES
Além de vender o patrimônio público a preço de banana, o governo FHC, por meio do BNDES, destinou cerca de R$ 10 bilhões para socorrer empresas que assumiram o controle de ex-estatais privatizadas. Quem mais levou dinheiro do banco público que deveria financiar o desenvolvimento econômico e social do Brasil foram as teles e as empresas de distribuição, geração e transmissão de energia. Em uma das diversas operações, o BNDES injetou R$ 686,8 milhões na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa.
33 – Crescimento pífio do PIB
Na “Era FHC”, a média anual de crescimento da economia brasileira estacionou em pífios 2%, incapaz de gerar os empregos que o País necessita e de impulsionar o setor produtivo. Um dos fatores responsáveis por essa quase estagnação é o elevado déficit em conta-corrente, de 23 bilhões de dólares no acumulado dos últimos 12 meses. Ou seja: devido ao baixo nível da poupança interna, para investir em seu desenvolvimento, o Brasil se tornou extremamente dependente de recursos externos, pelos quais paga cada vez mais caro.
34 – Renúncias no Senado
A disputa política entre o Senador Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA) e o Senador Jader Barbalho (PMDB-PA), em torno da presidência do Senado expôs publicamente as divergências da base de sustentação do governo. ACM renunciou ao mandato, sob a acusação de violar o painel eletrônico do Senado na votação que cassou o mandato do senador Luiz Estevão (PMDB-DF). Levou consigo seu cúmplice, o líder do governo, senador José Roberto Arruda (PSDB-DF). Jader Barbalho se elegeu presidente do Senado, com apoio ostensivo de José Serra e do PSDB, mas também acabou por renunciar ao mandato, para evitar a cassação. Pesavam contra ele denúncias de desvio de verbas da Sudam.
35 – Racionamento de energia
A imprevidência do governo FHC e das empresas do setor elétrico gerou o apagão. O povo se mobilizou para abreviar o racionamento de energia. Mesmo assim foi punido. Para compensar supostos prejuízos das empresas, o governo baixou Medida Provisória transferindo a conta do racionamento aos consumidores, que são obrigados a pagar duas novas tarifas em sua conta de luz. O pacote de ajuda às empresas soma R$ 22,5 bilhões.
36 – Assalto ao bolso do consumidor
FHC quer que o seu governo seja lembrado como aquele que deu proteção social ao povo brasileiro. Mas seu governo permitiu a elevação das tarifas públicas bem acima da inflação. Desde o início do plano real até agora, o preço das tarifas telefônicas foi reajustado acima de 580%. Os planos de saúde subiram 460%, o gás de cozinha 390%, os combustíveis 165%, a conta de luz 170% e a tarifa de água 135%. Neste período, a inflação acumulada ficou em 80%.
37 – Explosão da violência
O Brasil é um país cada vez mais violento. E as vítimas, na maioria dos casos, são os jovens. Na última década, o número de assassinatos de jovens de 15 a 24 anos subiu 48%. A Unesco coloca o País em terceiro lugar no ranking dos mais violentos, entre 60 nações pesquisadas. A taxa de homicídios por 100 mil habitantes, na população geral, cresceu 29%. Cerca de 45 mil pessoas são assassinadas anualmente. FHC pouco ou nada fez para dar mais segurança aos brasileiros.
38 – A falácia da Reforma agrária
O governo FHC apresentou ao Brasil e ao mundo números mentirosos sobre a reforma agrária. Na propaganda oficial, espalhou ter assentado 600 mil famílias durante oito anos de reinado. Os números estavam inflados. O governo considerou assentadas famílias que haviam apenas sido inscritas no programa. Alguns assentamentos só existiam no papel. Em vez de reparar a fraude, baixou decreto para oficializar o engodo.
39 – Subserviência internacional
A timidez marcou a política de comércio exterior do governo FHC. Num gesto unilateral, os Estados Unidos sobretaxaram o aço brasileiro. O governo do PSDB foi acanhado nos protestos e hesitou em recorrer à OMC. Por iniciativa do PT, a Câmara aprovou moção de repúdio às barreiras protecionistas. A subserviência é tanta que em visita aos EUA, no início deste ano, o ministro Celso Lafer foi obrigado a tirar os sapatos três vezes e se submeter a revistas feitas por seguranças de aeroportos.
40 – Renda em queda e desemprego em alta
Para o emprego e a renda do trabalhador, a Era FHC pode ser considerada perdida. O governo tucano fez o desemprego bater recordes no País. Na região metropolitana de São Paulo, o índice de desemprego chegou a 20,4% em abril, o que significa que 1,9 milhão de pessoas estão sem trabalhar. O governo FHC promoveu a precarização das condições de trabalho. O rendimento médio dos trabalhadores encolheu nos últimos três anos.
41 – Relações perigosas
Diga-me com quem andas e te direi quem és. Esse ditado revela um pouco as relações suspeitas do presidenciável tucano José Serra com três figuras que estiveram na berlinda nos últimos dias. O economista Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa de campanha de Serra e de FHC, é acusado de exercer tráfico de influência quando era diretor do Banco do Brasil e de ter cobrado propina no processo de privatização. Ricardo Sérgio teria ajudado o empresário espanhol Gregório Marin Preciado a obter perdão de uma dívida de R$ 73 milhões junto ao Banco do Brasil. Preciado, casado com uma prima de Serra, foi doador de recursos para a campanha do senador paulista. Outra ligação perigosa é com Vladimir Antonio Rioli, ex-vice-presidente de operações do Banespa e ex-sócio de Serra em empresa de consultoria. Ele teria facilitado uma operação irregular realizada por Ricardo Sérgio para repatriar US$ 3 milhões depositados em bancos nas Ilhas Cayman – paraíso fiscal do Caribe.
42 – Violação aos direitos humanos
Massacres como o de Eldorado do Carajás, no sul do Pará, onde 19 sem-terra foram assassinados pela polícia militar do governo do PSDB em 1996, figuram nos relatórios da Anistia Internacional, que recentemente denunciou o governo FHC de violação aos direitos humanos. A Anistia critica a impunidade e denuncia que polícias e esquadrões da morte vinculados a forças de segurança cometeram numerosos homicídios de civis, inclusive crianças, durante o ano de 2001. A entidade afirma ainda que as práticas generalizadas e sistemáticas de tortura e maus-tratos prevalecem nas prisões.
43 – Correção da tabela do IR
Com fome de leão, o governo congelou por seis anos a tabela do Imposto de Renda. O congelamento aumentou a base de arrecadação do imposto, pois com a inflação acumulada, mesmo os que estavam isentos e não tiveram ganhos salariais, passaram a ser taxados. FHC só corrigiu a tabela em 17,5% depois de muita pressão da opinião pública e após aprovação de projeto pelo Congresso Nacional. Mesmo assim, após vetar o projeto e editar uma Medida Provisória que incorporava parte do que fora aprovado pelo Congresso, aproveitou a oportunidade e aumentou alíquotas de outros tributos.
44 – Intervenção na Previ
FHC aproveitou o dia de estréia do Brasil na Copa do Mundo de 2002 para decretar intervenção na Previ, o fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, com patrimônio de R$ 38 bilhões e participação em dezenas de empresas. Com este gesto, afastou seis diretores, inclusive os três eleitos democraticamente pelos funcionários do BB. O ato truculento ocorreu a pedido do banqueiro Daniel Dantas, dono do Opportunitty. Dias antes da intervenção, FHC recebeu Dantas no Palácio Alvorada. O banqueiro, que ameaçou divulgar dossiês comprometedores sobre o processo de privatização, trava queda-de-braço com a Previ para continuar dando as cartas na Brasil Telecom e outras empresas nas quais são sócios.
45 – Barbeiragens do Banco Central
O Banco Central – e não o crescimento de Lula nas pesquisas – tem sido o principal causador de turbulências no mercado financeiro. Ao antecipar de setembro para junho o ajuste nas regras dos fundos de investimento, que perderam R$ 2 bilhões, o BC deixou o mercado em polvorosa. Outro fator de instabilidade foi a decisão de rolar parte da dívida pública estimulando a venda de títulos LFTs de curto prazo e a compra desses mesmos papéis de longo prazo. Isto fez subir de R$ 17,2 bilhões para R$ 30,4 bilhões a concentração de vencimentos da dívida nos primeiros meses de 2003. O dólar e o risco Brasil dispararam. Combinado com os especuladores e o comando da campanha de José Serra, Armínio Fraga não vacilou em jogar a culpa no PT e nas eleições.

domingo, 23 de junho de 2013

Movimento exige uma CPI de Verdade em Maringá! PARTICIPE DO QUINTO ATO MARINGÁ! PELA REDUÇÃO DA PASSAGEM E PELA CPI COM RELATOR DA OPOSIÇÃO!

O povo voltará às ruas pela redução imediata da passagem! Se a passagem não baixar Maringá vai parar! A única possibilidade da CPI dos transportes em Maringá de não ser abafada e de não acabar em pizza é a situação (bancada governista) não derrotar e abafar a oposição. A situação quer abafar! A oposição quer fazer funcionar a CPI! Isso é derradeiro!  E só a pressão do movimento poderá evitar uma manobra. Quem será o relator terá o controle da CPI e aprovará ou não a solicitação dos documentos e fará o relatório isentando ou não a empresa!
O primeiro passo foi dado,  pressionamos e os vereadores instauraram a CPI do transporte em Maringá, mas isso não é o suficiente, precisamos garantir que a CPI não termine em pizza e ao contrário do que a prefeitura vem divulgando massivamente a passagem não abaixou, de R$2,50 a passagem subiu para R$2,55, não podemos aceitar que sem cobradores nos ônibus e com isenções de impostos aumentem o valor cobrado por um serviço que além de ineficiente e insuficiente é um direito!
 O EVENTO NO FACEBBOK:
https://www.facebook.com/events/480554202031605/?notif_t=plan_user_joined




 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Câmara de Veredores realiza audiência pública sobre reciclagem e cooperativas de catadores

A Câmara de Maringá convida a todos para participarem nesta quarta-feira (5), às 19h, da Audiência Pública Reciclagem e as Cooperativas de Catadores. A solução para a destinação correta do lixo deve ser discutida pela sociedade, já que o problema atinge a todos.

Representantes do Legislativo, do Executivo, do Moviment...o Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, das Cooperativas de Maringá, do Fórum Lixo e Cidadania Região Noroeste do Paraná e Ministério Público abrem o evento.

O público presente também poderá participar dos debates apresentando questionamentos e sugestões. Após as discussões será confeccionado um documento com as decisões da audiência e serão encaminhadas as ações decididas pelos participantes

Foto da capa

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Reação contra o aumento da passagem em Maringá!

"Reunião para organização do ato contra o aumento do transporte público de Maringá. Sábado, dia 01 de junho, às 14hs.

 Local: Na Sede da APP Sindicato em Maringá. Endereço, Travessa Liberdade, 217, Zona 8

"Esperamos a presença de todos na reunião de amanhã, devemos ver a data para o ato e o carro de som, além de outras estratégias para informar a população dos seus direitos de acesso e acessibilidade, além de informar os empresários da cidade que não precisam pagar tanto para os passes dos seus trabalhadores apenas para garantir um lucro exorbitante para a TCCC. Devemos deixar claro que quem deve se preocupar com o alto preço da tarifa são todos os que pagam (usuários e empresários) mas também os que utilizam as ruas já abarrotadas de carros, lembrando que quanto mais gente utilizando ônibus, menor o trânsito na cidade! Que já está insuportável!" (Edson Pilatti)"
 

terça-feira, 14 de maio de 2013

HOJE - DIA 14 DE MAIO - 18:30 - PARTICIPE DA PRÉ-CONFERÊNCIA LOCAL DE SAÚDE DO QUEBEC, RURAL, OLÍMPICO, NEY BRAGA, GREVÍLEAS, MANDACARU e VILA ESPERANÇA

 ATENÇÃO:
 Estão acontecendo as Conferências locais de saúde!!! Não se omita. O Estado não pode fazer sozinho, faça a sua parte.
Organize-se, participe e incentive a participação nas conferências locais de saúde. Se integre ao controle social.
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)
 

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Agenda do Deputado Federal Drº Rosinha na Região. Paranavaí, Marialva e Maringá.

Gleisi entrega 154 equipamentos do PAC para 102 municípios do Noroeste no próximo sábado

A ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann e o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA) Pepe Vargas estarão em Paranavaí e Marialva, na região Noroeste, no próximo sábado (11) para realizar a entrega de 154 equipamentos, sendo 102 retroescavadeiras e 52 motoniveladoras, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a 102 municípios paranaenses com menos de 50 mil habitantes. No mesmo dia, Gleisi também visita a Expoingá, em Maringá.
 
No total, o governo federal está investindo mais de R$ 35 milhões na compra dos 154 equipamentos. Com a medida, o governo demonstra apoio aos pequenos municípios na ampliação da capacidade de manutenção das estradas vicinais, por onde circula a produção agropecuária, os produtores e os estudantes do meio rural, auxiliando na melhoria da infraestrutura das comunidades rurais.

A visita dos ministros está programada para começar às 9h30, em Paranavaí. Serão entregues 56 retroescavadeiras e 35 motoniveladoras aos municípios que compõem a Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná) e Amerios (Associação dos Municípios do Entre Rios). O evento será na Rua Amapá, 700, esquina com a Av. Tancredo Neves.
 
Ao meio dia, Gleisi e Pepe Vargas estarão no Parque da Uva, em Marialva, onde serão entregues mais 46 retroescavadeiras e 17 motoniveladoras aos prefeitos da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) e Amepar (Associação dos Municípios do Médio Paranapanema). O parque fica na Av. Cristóvão Colombo, s/n.
 
A partir das 13h30, a ministra ainda participa da Expoingá, em Maringá, no Parque de Exposições da cidade.

Leia: http://www.pt-pr.org.br/noticias/5/11649/gleisi-entrega-154-equipamentos-do-pac-para-102-municipios-do-noroeste-no-proximo-sabado
Gleisi entrega 154 equipamentos do PAC para 102 municípios do Noroeste no próximo sábado

A ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann e o ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA) Pepe Vargas estarão em Paranavaí e Marialva, na região Noroeste, no próximo sábado (11) para realizar a entrega de 154 equipamentos, sendo 102 retroescavadeiras e 52 motoniveladoras, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) a 102 municípios paranaenses com menos de 50 mil habitantes. No mesmo dia, Gleisi também visita a Expoingá, em Maringá.

No total, o governo federal está investindo mais de R$ 35 milhões na compra dos 154 equipamentos. Com a medida, o governo demonstra apoio aos pequenos municípios na ampliação da capacidade de manutenção das estradas vicinais, por onde circula a produção agropecuária, os produtores e os estudantes do meio rural, auxiliando na melhoria da infraestrutura das comunidades rurais.
...
A visita dos ministros está programada para começar às 9h30, em Paranavaí. Serão entregues 56 retroescavadeiras e 35 motoniveladoras aos municípios que compõem a Amunpar (Associação dos Municípios do Noroeste do Paraná) e Amerios (Associação dos Municípios do Entre Rios). O evento será na Rua Amapá, 700, esquina com a Av. Tancredo Neves.

Ao meio dia, Gleisi e Pepe Vargas estarão no Parque da Uva, em Marialva, onde serão entregues mais 46 retroescavadeiras e 17 motoniveladoras aos prefeitos da Amusep (Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense) e Amepar (Associação dos Municípios do Médio Paranapanema). O parque fica na Av. Cristóvão Colombo, s/n.

A partir das 13h30, a ministra ainda participa da Expoingá, em Maringá, no Parque de Exposições da cidade.
Fonte: http://www.pt-pr.org.br/default

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Obra no terreno da antiga rodoviária vai abalar a qualidade de vida de todos

MAS O SILÊNCIO CONTINUA ASSUSTADOR!
 
Renato Victor Bariani*

Não é segredo para ninguém que a implantação de grandes Pólos Geradores de Tráfego (PGT’s) normalmente vem sucedida de impactos no entorno do empreendimento, como congestionamentos, aumento do tempo de deslocamento das pessoas, deterioração do meio-ambiente e das edificações, pelo aumento das poluições visual, sonora e do ar; e ainda compromete a segurança dos pedestres, ciclistas e de condutores e ocupantes de veículos pelo aumento do número de acidentes de trânsito.
 
Considerando que o entorno daquele terreno já vive situação por demais crítica nestes itens, além de outros aspectos específicos de segurança pública: tráfico e consumo de drogas, assaltos e outros delitos que o Estado tem demonstrado total incapacidade para combatê-los não há como silenciar o absurdo representado por esta obra. 

 A fim de se evitar esses reflexos negativos ao meio urbano têm se utilizado o Estatuto das Cidades instituído pela Lei Federal Nº 10.257/01 e o CTB – Código de Trânsito Brasileiro que foi instituído pela Lei Federal Nº 9.503/97. Ambas as legislações federais norteiam sobremaneira a Lei Municipal de Uso e Ocupação do Solo, a Lei Complementar Nº 331/99. Entretanto, nem de longe os objetivos das legislações existentes, em especial a Lei Municipal é respeitada neste empreendimento.
 
Clicar na imagem e abrir Blog de Adilson Costa com a poesia sobre a antiga rodoviária de Maringá
Símbolo e Patrimônio Histórico de Maringá derrubado pela Administração Municipal.
 
A ganância por lucro privado derrotou o interesse coletivo dos maringaenses. O bom senso e o esforço legal se esvaíram na incapacidade de reação da Cidade Canção determinada pelo vultuoso desejo de lucro privado.

 Todo o interesse de natureza coletiva da sociedade maringaense por qualidade de vida, segurança, proteção ao ambiente, acessibilidade e mobilidade não foram capaz de determinar as medidas mitigadoras dos impactos negativos deste empreendimento, necessárias para garantir a qualidade do espaço urbano do entorno da obra que confunde demais o interesse privado com o interesse público.
 
Isto sem considerar a total ausência de competição do certame licitatório – apenas uma empresa se escreveu e participou - e a existência de suposição que a responsabilidade arquitetônica do projeto é realizada por pessoa com grau de parentesco com o vice-prefeito da cidade.

 Chamar este empreendimento de “marco arquitetônico” e que em função disto “nossa cidade tem se destacado por pensar seu futuro” conforme palavra do próprio prefeito municipal Roberto Pupin é como espalhar outdoors informando que esta cidade não possui qualquer capacidade crítica.
 
 Além do péssimo gosto estético, pois aquela “geringonça” de vidros e concreto não combina em nada com a marca histórica de Maringá, também será um péssimo local para morar e investir. Só ganha o empreendedor e seus comparsas.
 
 
  
Com o passar dos anos, muito lentamente, a população vai percebendo os estelionatos da administração pública municipal que tem sido vítima ao longo dos anos.

*Renato Victor Bariani – Secretário Municipal dos Transportes de Maringá - gestão 2001 à 2004, cursou Administração na Universidade Estadual de Maringá, Técnico de Segurança do Trabalho com capacitação em Direção Defensiva, Trânsito e Transportes.
 

sábado, 4 de maio de 2013

PRÉ-CONFERÊNCIA LOCAL DE SAÚDE DO QUEBEC, RURAL, OLÍMPICO, NEY BRAGA, GREVÍLEAS, MANDACARU e VILA ESPERANÇA

ATENÇÃO:
Nos próximos dias estarão acontecendo as Conferências locais de saúde!!! Não se omita. O Estado não pode fazer a sua par...te.
Organize-se, participe e incentive a participação nas conferências locais de saúde. Se integre ao controle social.
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)
PRÉ-CONFERÊNCIAS LOCAIS DE SAÚDE - PARTICIPE!
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

PL de iniciativa popular quer democratizar as comunicações no Brasil


Na última quarta-feira (1), em meio às comemorações do Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, militantes que lutam pela democratização da comunicação realizaram atos e percorreram as ruas de diversas cidades por todo o país para divulgar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para a democratização das comunicações. 
Os atos são o ponto de partida para a coleta das assinaturas necessárias para que o documento ingresse no Congresso Nacional, como vontade da população. Para entrar em debate no Congresso, o projeto precisa de 1 milhão e trezentas mil assinaturas.
O projeto de lei trata da regulamentação das Comunicações Eletrônicas no país (rádio e televisão), setor atualmente regido pelo desatualizado Código Brasileiro das Telecomunicações - datado de 1962 - e a regulamentação dos artigos da Constituição que versam sobre a comunicação, como os que tratam da defesa de conteúdo nacional, diversidade regional e a produção independente (conheça o projeto aqui). http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/arquivos-nocms/plip_versao_final.pdf
Oligopólios midiáticos impedem a pluralidade de vozes
Ainda que a Constituição Federal proíba os oligopólios e os monopólios dos meios de comunicação, menos de dez famílias concentram a imensa maioria das empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no país. Isso é um entrave para garantir a diversidade. A concentração impede a circulação de ideias e pontos de vista diferentes. São anos de negação da pluralidade, décadas de imposição de comportamentos, de padrões de negação da diversidade do povo brasileiro. 
Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou 50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão, muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência tecnológica.
A Constituição de 1988 traz diretrizes importantes nesse sentido, mas não diz como alcançá-las, o que deveria ser feito por leis. Infelizmente, até hoje não houve iniciativa para regulamentar a Constituição, nem do Congresso Nacional, nem do governo.
O novo marco regulatório deve garantir o direito à comunicação e a liberdade de expressão de todos os cidadãos e cidadãs, de forma que as diferentes ideias, opiniões e pontos de vista, e os diferentes grupos sociais, culturais, étnico-raciais e políticos possam se manifestar em igualdade de condições no espaço público midiático. Nesse sentido, ele deve reconhecer e afirmar o caráter público de toda a comunicação social e basear todos os processos regulatórios no interesse público.
Clique aqui para ler as Diretrizes fundamentais do projeto de lei - 20 pontos para democratizar as comunicações no Brasil
http://www.paraexpressaraliberdade.org.br/index.php/noticias/45-20-pontos
A campanha "Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo" nasceu da mobilização de dezenas de entidades do movimento social brasileiro que se reuniram em São Paulo, no dia 4 de maio de 2012, no Seminário Desafios da Liberdade de Expressão, promovido pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC.
Com informações do site oficial da campanha
 
Na última quarta-feira (1), em meio às comemorações do Dia dos Trabalhadores e das Trabalhadoras, militantes que lutam pela democratização da comunicação no país realizaram atos e percorreram as ruas de diversas cidades para divulgar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular para a democratização das comunicações. 
Os atos são o ponto de partida para a coleta das assinaturas necessárias para que o documento ingresse no Congresso Nacional, como vontade da população. Para entrar em debate no Congresso, o projeto precisa de 1 milhão e trezentas mil assinaturas.
PL de iniciativa popular quer democratizar as comunicações no BrasilO projeto de lei trata da regulamentação das Comunicações Eletrônicas no país (rádio e televisão), setor atualmente regido pelo desatualizado Código Brasileiro das Telecomunicações - datado de 1962 - e a regulamentação dos artigos da Constituição que versam sobre a comunicação, como os que tratam da defesa de conteúdo nacional, diversidade regional e a produção independente (conheça o projeto aqui). 
Oligopólios midiáticos impedem a pluralidade de vozes
Ainda que a Constituição Federal proíba os oligopólios e os monopólios dos meios de comunicação, menos de dez famílias concentram a imensa maioria das empresas de jornais, revistas, rádios, TVs e sites de comunicação no país. Isso é um entrave para garantir a diversidade. A concentração impede a circulação de ideias e pontos de vista diferentes. São anos de negação da pluralidade, décadas de imposição de comportamentos, de padrões de negação da diversidade do povo brasileiro. 
Além disso, a lei que orienta o serviço de comunicação completou 50 anos e não atende ao objetivo de ampliar a liberdade de expressão, muito menos está em sintonia com os desafios atuais da convergência tecnológica.
A Constituição de 1988 traz diretrizes importantes nesse sentido, mas não diz como alcançá-las, o que deveria ser feito por leis. Infelizmente, até hoje não houve iniciativa para regulamentar a Constituição, nem do Congresso Nacional, nem do governo.
O novo marco regulatório deve garantir o direito à comunicação e a liberdade de expressão de todos os cidadãos e cidadãs, de forma que as diferentes ideias, opiniões e pontos de vista, e os diferentes grupos sociais, culturais, étnico-raciais e políticos possam se manifestar em igualdade de condições no espaço público midiático. Nesse sentido, ele deve reconhecer e afirmar o caráter público de toda a comunicação social e basear todos os processos regulatórios no interesse público.
 
Clique aqui para ler as Diretrizes fundamentais do projeto de lei - 20 pontos para democratizar as comunicações no Brasil
 
A campanha "Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo" nasceu da mobilização de dezenas de entidades do movimento social brasileiro que se reuniram em São Paulo, no dia 4 de maio de 2012, no Seminário Desafios da Liberdade de Expressão, promovido pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação – FNDC.
 
* Com informações do site oficial da campanha

MST entra na campanha por democratização da mídia

                                                                                   
3 de maio de 2013
Sem Terra assinam projeto de lei de iniciativa popular com marco
regulatório da comunicação lançado no dia 1º de maio

Por Raquel de Lima
Da Campanha Para Expressar a Liberdade
Especial para a Pàgina do MST



A luta dos trabalhadores do campo pela Reforma Agrária e por justiça social, reivindicações do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), são criminalizadas diariamente pela mídia brasileira.
Para os militantes que participaram do evento de lançamento do Projeto de Lei da Mídia Democrática no Dia do Trabalhador, esta é a realidade que aponta para a necessidade de mudança nas comunicações no país.
Organizado pela campanha “Para Expressar a Liberdade”, o evento aconteceu no Acampamento Permanente Hugo Chavez, do MST, em Brasília. Além da apresentação do projeto, houve um debate e coleta de assinaturas dos participantes da atividade.
No debate, que teve plenária cheia, os Sem Terra denunciaram os interesses econômicos e políticos que inviabilizam o acesso aos trabalhadores dos meios de comunicação, inclusive as rádios comunitárias locais.
“Se é radio comunitária, tem que ser para nós. A rádio comunitária da minha região é dos usineiros”, disse Batatinha, militante do MST em Sergipe.
Os Sem Terra avaliam que a luta na área da comunicação é injusta, pois as televisões e rádios, locais e nacionais, criminalizam os protestos dos movimentos pelo acesso à terra. Com matérias negativas sobre as ocupações, “colocam a comunidade contra as ocupações”, como disse um dos trabalhadores Sem Terra.
“A cerca da comunicação tem impedido a própria sociedade de se expressar livremente nos seus direitos, na sua visão política, na sua ideologia”, explica Geraldo Gasparin, integrante da coordenação do acampamento Hugo Chavez.
“Infelizmente, a posição do governo, através do Ministério das Comunicações, que não tem se posicionado e acolhido o debate da sociedade civil pelo Marco Regulatório das Comunicações, obriga a sociedade se posicionar. O acampamento é parte dessa luta”, disse. 
O projeto de lei, iniciativa da sociedade civil, regulamenta os artigos da Constituição que tratam de rádios e televisões. Nele há a destinação de um terço dos canais para rádio e televisões públicas (sendo 15% desses para canais comunitários), além da garantia da produção de conteúdos locais e regionais.
A proposta também prevê a criação de um Fundo Nacional de Comunicação Pública para o apoio dos canais públicos e comunitários, além da definição de regras para impedir a formação de monopólio nos meios de comunicação.

PRÉ-CONFERÊNCIA LOCAL DE SAÚDE ZONA SUL, SÃO SILVESTRE, VILA OPERÁRIA, ACLIMAÇÃO e CIDADE ALTA

ATENÇÃO:
Nos próximos dias estarão acontecendo as Conferências locais de saúde!!!
Não se omita.
O Estado não pode fazer a sua parte.
Organize-se, participe e incentive a participação nas conferências locais de saúde.
Se integre ao controle social.
"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)
PRÉ-CONFERÊNCIAS LOCAIS DE SAÚDE




Está no ar campanha nacional para colher 1,5 milhão de assinaturas pela reforma política

Já está no ar a campanha do PT lançada durante a reunião do Diretório Nacional no dia 12/4, em São Paulo que irá coletar 1,5 milhão de assinaturas e apresentar um projeto de lei de iniciativa popular de reforma política.

Uma campanha publicitária já está sendo elaborada e as peças deverão ser apresentadas nos próximos dias. Serão realizados quatro grandes eventos de adesão no Rio de Janeiro, em Brasília, São Paulo e Belo Horizonte, além de atos em outros estados.
 
O prazo para o fim da coleta de assinaturas, que serão coletadas em universidade e praças, será fevereiro de 2014, por ocasião do 5° Congresso do partido. “Se a meta for atingida antes do prazo, poderemos abreviá-lo, ou mesmo alongar, se for para ter mais assinaturas.”
 
A campanha promovida pelo PT está centrada em três eixos: financiamento público exclusivo de campanhas eleitorais, voto em listas fechadas nas eleições proporcionais e paridade entre homens e mulheres nessas listas. A campanha defenderá também que a reforma deverá ser feita por uma Assembleia Constituinte exclusiva.

O formulário pode ser baixado nesse link e as assinaturas coletadas entregues na sede municipal do PT em qualquer município.
 



 

A desoneração das empresas de transporte urbano do pagamento de PIS/Cofins deveria fazer baixar a tarifa de Ônibus da TCCC e não aumentá-la.


 A lei 12.715 de 2012 estabelece que os impostos federais não serão mais de 20% sobre a folha de pagamento e sim de 2% sobre o faturamento bruto. 

No Rio Grande do Sul, Canoas, Gravataí e Guaiba já baixaram o valor da passagem. Porto Alegre baixou por força da justiça. Foi publicado no Diário Oficial da União de 18/09/2012 a Lei 12.715/2012 (conversão da Medida Provisória de n° 563/2012) regulamentando, dentre outros itens, novas diretrizes relacionadas a medida de desoneração da folha de pagamento do Plano Brasil Maior.

As regras estabelecidas para a desoneração da folha de pagamento encontram-se nos artigos 55 e 56 desta Lei, os quais alteram os artigos 7° e 8° da Lei 12.546/2012.
Em síntese, foram regulamentados os seguintes itens:

Novos setores abrangidos pela desoneração
A lei 12.715/2012 ampliou o rol das empresas que serão “beneficiadas” pela desoneração da folha de pagamento através da substituição da contribuição previdenciária patronal – CPP ( 20% incidente sobre a folha de pagamento dos empregados e contribuintes individuais) pela aplicação da alíquota de 1% ou 2% sobre a receita bruta decorrente de suas atividades beneficiadas.
Em resumo, os novos setores abrangidos e suas particularidades são:
Empresas de:ContribuiçãoVigência
Manutenção e reparação de aeronaves, motores, componentes e equipamentos correlatos;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Transporte aéreo de carga e passageiros regular;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Transporte marítimo de carga na navegação de cabotagem e transporte marítimo de carga na navegação e longo curso;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Transporte marítimo de passageiros na navegação de cabotagem e transporte marítimo de passageiros na navegação de longo curso;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Transporte por navegação interior de carga e transporte por navegação interior de passageiros em linhas regulares;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Navegação de apoio marítimo e de apoio portuário;1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Empresas que fabricam brinquedos; mármores, cerâmicas, pedras; animais vivos e miudezas; glândulas e outras substâncias de origem animal utilizadas na preparação de produtos farmacêuticos; milho, soja, cereais e farinhas; produtos de pastelaria, pós e pellets, de carnes, de miudezas e de pescados, impróprios para alimentação humana; sangue humano, sangue animal preparado para usos terapêuticos, profiláticos ou de diagnóstico, vacinas; medicamentos, dentre outros. *(conforme classificação na Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados TIPI) 1% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal, intermunicipal em região metropolitana, intermunicipal, interestadual e internacional enquadradas nas classes 4921-3 e 4922-1 da CNAE 2.0.2% sobre a receita bruta01/01/2013 a 31/12/2014
* 2515.11.00, 2515.12.10, 2516.11.00, 2516.12.00, 6801.00.00, 6802.10.00, 6802.21.00, 6802.23.00, 6802.29.00, 6802.91.00, 6802.92.00, 6802.93.10, 6802.93.90, 6802.99.90, 6803.00.00, 8473.30.99, 8504.90.10, 8518.90.90 e 8522.90.20, 01.03, 02.06, 02.09, 05.04, 05.05, 05.07, 05.10, 05.11, 10.05, 11.06, 12.01, 12.08, 12.13, no Capítulo 15, no Capítulo 16, no Capítulo 19, nas posições 23.01, 23.04, 23.06, 2309.90, 30.02, 30.03, 30.04
Demais procedimentos e esclarecimentos da norma
Além de ampliar o rol das empresas “beneficiadas”, a Lei 12.715/2012 regulamentou novos procedimentos a serem observados pelos contribuintes “beneficiados” e esclareceu demais pontos que já haviam sido divulgados, como:
  • Cálculo proporcional da contribuição para as empresas que se dedicam a outras atividades além das beneficiadas pela Lei;
  • Empresas que exerçam outras atividades além daquelas “beneficiadas” cuja receita bruta decorrente destas outras atividades seja igual ou superior a 95% da receita bruta total, não deverão aplicar a desoneração;
  • O cálculo proporcional da contribuição para as empresas que se dedicam a outras atividades além das “beneficiadas” será aplicado somente se a receita bruta decorrente destas outras atividades for superior a 5% da receita bruta total. Caso não seja ultrapassado este limite, a contribuição será calculada sobre a receita bruta total do mês;
  • Para fins de cálculo da contribuição referente aos períodos anteriores a vigência da desoneração da folha de pagamento, mantém-se a incidência da contribuição previdenciária patronal básica, ou seja, 20% sobre a remuneração paga aos empregados e contribuintes individuais. Esta regra aplica-se inclusive sobre o 13° salário pago ao empregado decorrente de rescisão do contrato de trabalho;
  • Para determinação da base de cálculo, poderão ser excluídas da receita bruta (além das receitas de exportação): as vendas canceladas, os descontos incondicionais concedidos, o IPI, e o ICMS ST;
  • Havendo contratação de empresas para execução dos serviços mediante cessão de mão de obra de TI, TIC, call center, hotelaria, concepção, desenvolvimento de projetos de circuitos integrados e  transporte de passageiros, a empresa contratante deverá reter 3,5% a título de INSS do valor bruto da Nota Fiscal;
  • As industriais, para efeito de cálculo da contribuição, deverão aplicar a desoneração somente em relação aos produtos fabricados pela empresa e considerar os conceitos de industrialização e industrialização por encomenda previstos na legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI;
  • O “benefício” não se aplica aos fabricantes de automóveis, comerciais leves, caminhões e chassis com motor para caminhões, chassis com motor para ônibus, caminhões-tratores, tratores agrícolas e colheitadeiras agrícolas autopropelidas; e
  • A lei 12.715/2012 incluiu o novo Anexo na Lei 12.546 contendo os códigos da TIPI “beneficiados” pela desoneração da folha de pagamento.
Fonte:
Outras informações podem ser vistas na Lei 12.715/2012 ou na Lei 12.546/2011 atualizada.
Permanecemos a disposição para esclarecimentos.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Conferência Local de Saúde da ZONA NORTE: ALVORADA I, ALVORADA III e MORANGUEIRA


 
ATENÇÃO:
Nos próximos dias estarão acontecendo as Conferências locais de saúde!!!
 
Não se omita.
 
O Estado não pode fazer a sua parte.  
 
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Se integre ao controle social.

"Se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda." (Paulo Freire)
 

 

PRÉ-CONFERÊNCIAS DE SAÚDE CONFERÊNCIAS LOCAIS DE SAÚDE
 

Conferência Local de Saúde do Distrito de Iguatemi


quinta-feira, 21 de março de 2013

Plano de Prevenção à Violência Contra a Juventude Negra

A Secretaria-Geral da Presidência da República (SG) e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) realizam, nos dias 27 e 28 de novembro, o evento "Juventude Negra, Juventude Viva: Diálogos Governo e Sociedade Civil", com o objetivo de apresentar o Plano de Prevenção à Violência Contra a Juventude Negra à sociedade civil.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

 
Pela primeira vez na história da raça humana, crianças apresentam sintomas de doenças de adultos. Problemas de coração, respiração, depressão e diabetes tipo 2. Todos têm em sua base a obesidade. O documentário discute por que 33% das crianças brasileiras pesam mais do que deviam. As respostas envolvem o governo, os pais, as escolas e a publicidade. Com histórias reais e alarmantes, o filme promove uma discussão sobre a obesidade infantil no Brasil e no mundo.               
Clicar na Imagem e Assistir o Filme - Muito Além do Peso!
 









 




Médicos querem refrigerantes mais caros para combater obesidade

Para associação de médicos, refrigerantes são "água e açúcar" e devem ser regulados (Foto: BBC)
A Real Academia de Médicos da Grã-Bretanha propôs um aumento de 20% no preço dos refrigerantes para combater a obesidade no país.

Em um relatório, a associação médica diz que a obesidade é responsável por uma "grande crise" de saúde no país. A Grã-Bretanha é um dos países com maior proporção de obesos no mundo. Cerca de um quarto dos britânicos estão acima do peso e a expectativa é de que esse número dobre até 2050.

Além da taxação, a associação defende ainda o fim da publicidade de produtos com alta concentração de gordura saturada, sal e açúcar até às 21h e a redução de pontos de venda de fast food próximo às escolas.

Um aviso específico para crianças com a quantidade de calorias deve estar no rótulo dos alimentos, segundo a associação.

A associação também querem que o governo destine mais dinheiro ao serviço público de saúde para cirurgias de redução de estômago.

Porta-vozes da indústria alimentícia reagiram o relatório dizendo ele pouco acrescenta ao debate sobre a obesidade.

Discussão

O diretor da academia, Terence Stephenson, disse que não há uma "bala de prata" para atacar a obesidade e que é preciso mudar a cultura de alimentação. Ele defende uma estratégia similar à do combate ao cigarro.

"Foi preciso o fim da publicidade (do cigarro) e a redução do mercado, além de atividades esportivas para ajudar as pessoas a largar o fumo", diz.

Stephenson também atacou a indústria alimentícia ao dizer que refrigerantes, por exemplo, são apenas "água e açúcar". Ele criticou ainda os hábitos alimentares em muitos países, onde é habitual "beber um litro de refrigerante no cinema".

Para Stephenson, a taxação "encorajaria as pessoas a tomar bebidas mais saudáveis".

Para Terry Jones, da Federação de Comida e Bebida, o relatório é pouco relevante.

"Uma coleção de ideias desequilibradas aparentemente sob forte influência de grupos de pressão", disse, ao classificar o documento.

A Associação Britânica de Refrigerantes também se pronunciou contra, dizendo que esse tipo de bebida contribui com "apenas 2%" do total de calorias de uma dieta média.

Tentação

O cardiologista Aseem Malhotra disse que recebe mais e mais pacientes com doenças relacionadas à obesidade.

"A raiz do problema é o ambiente da alimentação. É como dizer às crianças para ir à uma loja de doces e não comprar doces", disse, em referência à alta oferta de produtos com grande teor calórico.

"Há uma oferta excessiva de comidas baratas com açúcar e uma regulação é claramente necessária", disse.

Fonte: BBC Brasil

Povo de Sarandi realizará Ato de Protesto na Câmara de Vereadores contra o Aumento dos gastos com diárias e cargos de confiança!

Povo de Sarandi:Mobilização para ato na Segunda Feira às 17h30m na Câmara de Vereadores - Mesmo após e cassação e "sem a devida prisão" do Prefeito e secretário de educação, agora a prefeitura está aprovando mais despesas com políticos cargos de confiança e diárias. O Povo de Sarandi está abandonado e nas mãos de uma quadrilha e precisa ser conscientizado. Vamos denunciar o descaso - vamos à luta!


Em resposta ao panorama atual da política sarandiense um ato na câmara Municipal acontecerá no dia 25 de fevereiro as 17:30 horas, contra a concessão de diárias aos Secretários Municipais, Vice-prefeito, Procurador Jurídico e Chefe de Gabinete.
Sabendo de todas as denuncias que envolvem este grupo político instalado no poder executivo amparado pelo poder legislativo conivente com suas ações, não podemos conceber que enquanto recursos públicos são desviados em licitações fraudadas, como o caso do desfalque ...na Educação, que desencadeou pedido de prisão do prefeito Carlos de Paula, e do Secretário de educação Prof. Manoel sob investigações do GAECO, a população amargue a miséria que brota nos serviços públicos.
Na Educação não temos contingente suficiente de professores, um dos fatores é o miserável salário que vem sendo oferecido a classe pelo governo local, com reajuste vergonhoso. A estrutura das escolas, a falta de uniformes e de materiais registrada pela mídia recentemente. Qual será a qualidade de um ensino com professores recebendo 700 reais de salário?
Na Saúde as filas crescem na UPA que é um investimento do Governo Federal, e deveria ser mantido pelo Governo Municipal, que não vem cumprindo seu papel. Os postos de saúde estão sendo pintados, ganhando uma nova aparência, no entanto, qual a condição real? Existem médicos e consultas suficientes para a demanda? Não somos atendidos pelo prédio, e sim por médicos. Faltam recursos humanos!
Também esta em pauta uma equiparação de salários de CC’s, que na realidade significa o aumento de salário, visto que apesar do percentual ser menor ao que foi dado aos servidores de carreira, precisa ser analisado os valores já recebidos por CHEFE DE GABINETES e SUPERINTENDENTE. Cargos Comissionados muitas vezes tem funções exercidas por alguém sem formação superior ou que não precisa comprovar capacitação. Por isso os cargos de confiança defendem com tanta truculência a atual administração, e por isso organizam atos em prol da volta do prefeito afastado, por saberem que estas em jogo vantagens financeiras, pagas com o dinheiro do contribuinte.
Muitas são as reclamações pela falta da água, e nos últimos dias as reclamações passaram a ser os preços exorbitantes desta conta, que pelo que me recordo foi deixada de ser paga justamente pelo próprio prefeito afastado Carlos de Paula, como anunciado pela mídia local, e até mesmo Nacional. Existem contas que passam os 200 reais, o que para um professor que ganha 700 reais, seria inviável.
E por fim, o maior martírio de Sarandi, o asfalto. Asfalto que pareceu às vésperas das eleições de 2012 para prefeito, ter entrado nos eixos, com as providências tomadas pela administração atual, no entanto, não passou de uma obra eleitoreira como todas as que correm na boca da população, a fim de angariar o voto dos desavisados e já envergonhados com tanta desvalorização desta cidade.
Por isso e por todos os desmandos ainda não descobertos, mas já denunciados as instituições competentes com relação às ações ilícitas da atual administração e da conivência dos atuais vereadores, somos obrigados a nos posicionar efetivamente, comparecendo a Câmara Municipal na segunda votação da concessão das diárias, dando uma resposta firme, como ato de cidadania ativa dentro desta cidade, para que os atuais políticos não se sintam confortáveis em manter atos que desabonem a conduta de honestidade e transparência que devem ser inerentes aos cargos políticos.

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