Organização da Campanha eleitoral do Renato Bariani Vereador - Nº 13.000
domingo, 29 de julho de 2012
sábado, 28 de julho de 2012
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
População do Bairro Zona Sete em Maringá se mobiliza em defesa da Imediata Implantação da Unidade Básica de Saúde!
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Deputado Federal Atuante na CPI do Cachoeira, Drº Rosinha, estará em Maringá neste domingo (29) para promover Candidatura de Renato Bariani à Vereador!

Com o slogam "Cidadania em defesa da Vida" e com uma participação ativa nas lutas
Contra os Supersalários,
Contra os Supersalários,

A Redução dos $uper$alários dos vereadores foi uma Grande Vitória da Vontade Popular contra a tentativa de golpe dos 11 vereadores da base da atual gestão municipal do
Prefeito Candidato Puppin!
Agora é reduzir do Prefeito
e dos Secretários!
da Participação na Luta Contra a Incineração
e na Defesa da Contrução Imediata da Unidade Básica de Saúde da Zona Sete, além de ser integrante do Ativo no Conselho Municipal da Saúde e do Núcleo do CEBES Maringá, Renato Bariani estará buscando um novo espaço para continuar essa mesma luta, agora como representante eleito na Câmara de Vereadores!
Na defensa de uma contrução participativa das políticas públicas para a Gestão dos Resíduos Sólidos, onde se tenha respeito às pessoas e o meio ambiente se mantenha preservado como foi no caso da defesa da reciclagem e da compostagem ao invés da Incineração. Evitar a Incineração foi uma grande vitória da mobilização do povo de Maringá.
São todas lutas pelos direitos dos cidadãos. Essa participação ativa do Renato Bariani como um grande lutador por uma política ética e limpa em defesa das pessoas e da vida o coloca como um dos nomes imprencindíveis!
Agora é a vez do Renato ocupar esse espaço na Câmara de Vereadores para ampliar as conquistas e melhorar ainda mais a vida das pessoas, pois apenas através da luta é que se conquista uma vida melhor!
Agora é a vez do Renato ocupar esse espaço na Câmara de Vereadores para ampliar as conquistas e melhorar ainda mais a vida das pessoas, pois apenas através da luta é que se conquista uma vida melhor!
Participe da Plenária de Mobilização de Campanha
Dia 29 de Julho - Domingo - às 09hs da Manhã.
Local: Comitê Central da Campanha Ênio Verri Prefeito
Rua Horácio Racanello, n.º 5600, Loja 1, Novo Centro
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Reforma Agrária: A reforma do homem, antes da reforma dos resultados
Fonte: MST
Não podemos mais no Brasil manter o atual modelo de distribuição fundiária que viemos operando para assentar contingentes humanos como se isto fosse reforma agrária. É urgente que assumamos uma mudança de atitude e comecemos aprender que a distinção de agricultura familiar com a agricultura empresarial da monocultura, possa vir a ser uma e outra, compatíveis com dois ministérios que se encarregam de ambas, com dois conceitos distintos no mesmo país, mas com um abismo de tratamento humano entre ambos os modelos de produção.
Não mais é possível conviver aceitando esta distinção, principalmente na exposição que a mídia faz na diferenciação dos dois modelos.
Enquanto a “reforma agrária”, assim descrita sem maiores explicações vem sendo combatida como ineficiente, a bancada ruralista vem obtendo triunfos políticos não só em nível do Código Florestal, mas também obtendo generosos financiamentos no desenvolvimento do crédito as “commodities”.
Empresas estrangeiras vêm se apossando através de participações societárias com brasileiros, de grande parte destas áreas aonde a monocultura empresarial vem obtendo resultados de produção diante da pífia produção da agricultura familiar, sem tecnologia nem orientação planejada da cadeia produtiva.
Ocorre que, o que está acontecendo no Brasil é uma mera distribuição de terras, e não uma reforma agraria propiamente dita, colocando-se contingentes humanos longe dos centros de consumo e sem a mínima assistência gerencial e de planejamento.
A reforma agrária tomou um caminho distinto ao que Jango em 1964 propunha ao país.
Reforma agrária não é somente dar um lote de terra ao “assentado” e esperar que esta família venha a competir com a alta tecnologia desenvolvida pelos “produtores rurais”.
A reforma agrária significa muito mais que isto. Ela deve vir acompanhada de planejamento de produção, capacitação do agricultor, estudo de mercado, escoamento de produção, assistência técnica e extensão rural, irrigação, preparo de solo e principalmente conhecimento e preço mínimo do mercado consumidor.
A distribuição creditícia na agricultura familiar deve começar a mensurar também um tipo de “investimento” no homem, ou seja, na capacitação da família que hora vai tornar-se um “novo agricultor familiar”, e fornecer como prioridade a assistência técnica e extensão rural que hoje se encontram prioritariamente a serviço dos grandes produtores, como a EMBRAPA e as EMATERs.
É claro que sem estes condicionantes, que farão o agricultor familiar começar a produzir e competir no mercado, continuaremos a ter estes contingentes humanos “assentados” e “desassistidos” terem como prioridade não a produção, e sim a sobrevivência, desmatando para vender lenha e cozinhar, agredindo o meio ambiente ou até cedendo parte de sua terra novamente ao latifúndio de produção pecuária ou monoculturista.
A reforma agrária tem que vir para o “novo produtor familiar” trazendo terra, é lógico, mas também escoamento, infraestrutura perto dos centros de consumo, qualificação agrícola, extensão rural, planejamento de produção mercadológica, irrigação, energia, investimentos, inclusive na sua capacitação do homem "ANTES" da amortização do crédito de investimento, seguro total do crédito de custeio, assistência técnica e principalmente prazo longo para sua verdadeira inserção na terra e no seio da produção familiar.
Este “APARTHEID” que estamos produzindo entre nossos dois tipos de produtores rurais, o empresarial e o familiar, entre MDA e MA, entre a mídia das “ocupações” de terras e as “assunções empresariais” inclusive por estrangeiros através de compras de territórios imensos de nossa soberania, é o que devemos moldar , com outros olhos e ações o desenvolvimento da nossa produção rural.
Em 1964 foi derrubado um governo que propunha a reforma agrária não nas grandes áreas longe dos mercados consumidores como hoje vemos em várias partes do país, mas sim nas áreas onde os investimentos públicos as tinham valorizado através de asfalto, ferrovias e açudes para o desenvolvimento de todos, à beira das estradas federais, à beira das barragens e à beira das ferrovias federais, perto dos centros de consumo e com escoamento propício.
Se em 1964 quando Jango propunha a reforma agrária, com 70% da população brasileira (65.000.000 de habitantes) morando no campo já se fazia difícil esta reforma, imaginem hoje onde apenas 25% dos nossos habitantes(195.000.000) permanecem alí residindo.
Atualmente, seriam os desempregados urbanos desses grandes centros,que retornariam para a “agricultura familiar”. O que torna imprescindível a qualificação deste contingente de seres humanos que passam a serem esquecidos nos assentamentos.
A história tem suas nuances, demora, mas a verdade aparece. 2014 não será somente o ano da Copa do Mundo. Teremos que refletir por que houve o golpe de Estado de 1º de abril de 1964 e por que continuamos a discutir a reforma agrária, a educacional, a da saúde pública, a tributaria, a política, a bancaria e, ultimamente, até a remessa de lucros que jazia esquecida, com a crise europeia terá que ser desenterrada.
Não podemos continuar a ser um país agrícola essencialmente exportador da monocultura, podemos, com investimento no homem da “agricultura familiar”, passar a produzir especiarias, fruticultura, hortigranjeiros e darmos dignidade àqueles que necessitam voltar á terra para desafogar o desemprego dos cinturões das grandes cidades.
Vamos investir no homem, reformar o homem, e transformá-lo de fato, em nosso agricultor familiar.
23 de julho de 2012 Por João Vicente Goulart*

Não mais é possível conviver aceitando esta distinção, principalmente na exposição que a mídia faz na diferenciação dos dois modelos.
Enquanto a “reforma agrária”, assim descrita sem maiores explicações vem sendo combatida como ineficiente, a bancada ruralista vem obtendo triunfos políticos não só em nível do Código Florestal, mas também obtendo generosos financiamentos no desenvolvimento do crédito as “commodities”.
Empresas estrangeiras vêm se apossando através de participações societárias com brasileiros, de grande parte destas áreas aonde a monocultura empresarial vem obtendo resultados de produção diante da pífia produção da agricultura familiar, sem tecnologia nem orientação planejada da cadeia produtiva.
Ocorre que, o que está acontecendo no Brasil é uma mera distribuição de terras, e não uma reforma agraria propiamente dita, colocando-se contingentes humanos longe dos centros de consumo e sem a mínima assistência gerencial e de planejamento.
A reforma agrária tomou um caminho distinto ao que Jango em 1964 propunha ao país.
Reforma agrária não é somente dar um lote de terra ao “assentado” e esperar que esta família venha a competir com a alta tecnologia desenvolvida pelos “produtores rurais”.
A reforma agrária significa muito mais que isto. Ela deve vir acompanhada de planejamento de produção, capacitação do agricultor, estudo de mercado, escoamento de produção, assistência técnica e extensão rural, irrigação, preparo de solo e principalmente conhecimento e preço mínimo do mercado consumidor.
A distribuição creditícia na agricultura familiar deve começar a mensurar também um tipo de “investimento” no homem, ou seja, na capacitação da família que hora vai tornar-se um “novo agricultor familiar”, e fornecer como prioridade a assistência técnica e extensão rural que hoje se encontram prioritariamente a serviço dos grandes produtores, como a EMBRAPA e as EMATERs.
É claro que sem estes condicionantes, que farão o agricultor familiar começar a produzir e competir no mercado, continuaremos a ter estes contingentes humanos “assentados” e “desassistidos” terem como prioridade não a produção, e sim a sobrevivência, desmatando para vender lenha e cozinhar, agredindo o meio ambiente ou até cedendo parte de sua terra novamente ao latifúndio de produção pecuária ou monoculturista.
A reforma agrária tem que vir para o “novo produtor familiar” trazendo terra, é lógico, mas também escoamento, infraestrutura perto dos centros de consumo, qualificação agrícola, extensão rural, planejamento de produção mercadológica, irrigação, energia, investimentos, inclusive na sua capacitação do homem "ANTES" da amortização do crédito de investimento, seguro total do crédito de custeio, assistência técnica e principalmente prazo longo para sua verdadeira inserção na terra e no seio da produção familiar.
Este “APARTHEID” que estamos produzindo entre nossos dois tipos de produtores rurais, o empresarial e o familiar, entre MDA e MA, entre a mídia das “ocupações” de terras e as “assunções empresariais” inclusive por estrangeiros através de compras de territórios imensos de nossa soberania, é o que devemos moldar , com outros olhos e ações o desenvolvimento da nossa produção rural.
Em 1964 foi derrubado um governo que propunha a reforma agrária não nas grandes áreas longe dos mercados consumidores como hoje vemos em várias partes do país, mas sim nas áreas onde os investimentos públicos as tinham valorizado através de asfalto, ferrovias e açudes para o desenvolvimento de todos, à beira das estradas federais, à beira das barragens e à beira das ferrovias federais, perto dos centros de consumo e com escoamento propício.
Se em 1964 quando Jango propunha a reforma agrária, com 70% da população brasileira (65.000.000 de habitantes) morando no campo já se fazia difícil esta reforma, imaginem hoje onde apenas 25% dos nossos habitantes(195.000.000) permanecem alí residindo.
Atualmente, seriam os desempregados urbanos desses grandes centros,que retornariam para a “agricultura familiar”. O que torna imprescindível a qualificação deste contingente de seres humanos que passam a serem esquecidos nos assentamentos.
A história tem suas nuances, demora, mas a verdade aparece. 2014 não será somente o ano da Copa do Mundo. Teremos que refletir por que houve o golpe de Estado de 1º de abril de 1964 e por que continuamos a discutir a reforma agrária, a educacional, a da saúde pública, a tributaria, a política, a bancaria e, ultimamente, até a remessa de lucros que jazia esquecida, com a crise europeia terá que ser desenterrada.
Não podemos continuar a ser um país agrícola essencialmente exportador da monocultura, podemos, com investimento no homem da “agricultura familiar”, passar a produzir especiarias, fruticultura, hortigranjeiros e darmos dignidade àqueles que necessitam voltar á terra para desafogar o desemprego dos cinturões das grandes cidades.
Vamos investir no homem, reformar o homem, e transformá-lo de fato, em nosso agricultor familiar.
*Diretor do Instituto João Goulart
quarta-feira, 18 de julho de 2012
MOVIMENTO $UPER$ALÁRIOSNÃO! CONVOCA ATO DE PROTESTO!
Estamos lutando desde Novembro de 2011 pela revogação dos $uper$alários aprovados pelos 11 vereadores da base govenista da Prefeitura de Maringá e com o apoio do Prefeito!
O Absurdo foi rechaçado pela população e até hoje muitas foram as manifestações e protestos solicitando bom senso e coerência aos vereadores.
No dia 24 de maio, sob forte pressão da sociedade, apesar de diversas tentativas de manobras e golpes para mantê-los, os vereadores reduzem o seu próprio salário, que passa dos atuais R$ 6.679 para... R$ 6.900 (reajuste de aproximadamente 3,3%), cerca de R$ 5 mil a menos do que determinado no ano passado que chegaria a R$ 12 mil.
Não satisfeitos, a Sociedade Organizada já apresentou uma carta com 43 entidades sugerindo novos valores para os demais salários do Prefeito, Vice Prefeito e Secretários Municipais. Acompanhe a matéria no link abaixo!http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/580532/43-entidades-pedem-reducao-de-salario-de-prefeito-e-secretarios-de-maringa/
No entanto, não estamos percebendo nenhuma iniciativa e muito menos resposta à solicitação da sociedade organizada!
Assim, em função da demora, estamos convocando novamente a população de Maringá a se manifestar e exigir dos vereadores que aceitem a proposta apresentada pela sociedade!
No ato vamos exigir que a Comissão de Finanças e Orçamento produza imediatamente o projeto para que seja votado pelos vereadores reduzindo os valores dos $uper$alários!
O Absurdo foi rechaçado pela população e até hoje muitas foram as manifestações e protestos solicitando bom senso e coerência aos vereadores.
No dia 24 de maio, sob forte pressão da sociedade, apesar de diversas tentativas de manobras e golpes para mantê-los, os vereadores reduzem o seu próprio salário, que passa dos atuais R$ 6.679 para... R$ 6.900 (reajuste de aproximadamente 3,3%), cerca de R$ 5 mil a menos do que determinado no ano passado que chegaria a R$ 12 mil.
Não satisfeitos, a Sociedade Organizada já apresentou uma carta com 43 entidades sugerindo novos valores para os demais salários do Prefeito, Vice Prefeito e Secretários Municipais. Acompanhe a matéria no link abaixo!http://
No entanto, não estamos percebendo nenhuma iniciativa e muito menos resposta à solicitação da sociedade organizada!
Assim, em função da demora, estamos convocando novamente a população de Maringá a se manifestar e exigir dos vereadores que aceitem a proposta apresentada pela sociedade!
No ato vamos exigir que a Comissão de Finanças e Orçamento produza imediatamente o projeto para que seja votado pelos vereadores reduzindo os valores dos $uper$alários!
NOTA DE ALERTA DO MOVIMENTO $UPER$ALÁRIOSNÃO!
VAMOS REFRESCAR A MEMÓRIA DO POVO DE MARINGÁ!
A População de Maringá acompanhou, desde 2011, a luta do Movimento $uper$aláriosNão!
Todos sabem que os 11 Vereadores, em novembro de 2011, aprovaram os $uper$alários e que pela pressão do Movimento e das Entidades, tiveram que revogar esse absurdo!
Foram muitos atos, manifestações, protestos e mobiliza...ção pela internet!
Mas agora, tem muita gente dizendo que circula nos bastidores a intenção dos Vereadores em chamar apenas "algumas entidades" como a Igreja e a ACIM e a OAB para conversar (NUM GRANDE JOGO DE CENA) para dizerem que estão respeitando a vontade popular.
Todos lembram que foram 43 entidades que apresentaram uma proposta de valores para o Prefeito, Vice e Secretários Municipais, inclusive a própria Igreja assinou essa proposta e divulgou uma nota, com a referência de reposição dos salários acompanhando o índice de reajuste dos servidores municipais.
Todos sabem que o Movimento $upar$aláriosNão deliberou essa proposta no dia 28 de fevereiro, em reunião realizada no Plenarinho da Câmara de Vereadores e a apresentou na Audiência Pública do dia 1º de Março na Câmara! Está registrado pela imprensa e pela divulgação nas redes sociais!
Agora todos sabem que esses mesmos vereadores defenderam a manutenção dos Valores do Prefeito e dos Secretários!
Portanto caro amigo e amiga, fique alerta!
Não se deixe enganar por mais uma tentativa de "Manobra Política"!
Tentarão passar a versão de que estão respeitando a vontade do povo!
TODOS SABEM QUE OS VEREADORES SÓ REDUZIRAM O VALOR DOS SEUS SUBSÍDIOS EM FUNÇÃO DA PRESSÃO EXERCIDA PELA SOCIEDADE ORGANIZADA E PELA PRESSÃO DO MOVIMENTO $UPER$ALÁRIOSNÃO NA WEB!
NÃO SERÁ DIFERENTE SOBRE OS VALORES DOS SALÁRIOS DO PREFEITO, VICE-PREFEITO E SECRETÁRIOS MUNICIPAIS!
VENHA TAMBÉM PARA A LUTA!
VAMOS VENCER NOVAMENTE E DOBRAR A ARROGÂNCIA DOS POLÍTICOS!
PARTICIPE DO ATO!
obs: DEVE-SE LEMBRAR QUE DOS 15 VEREADORES - APENAS 4 SEMPRE VOTARAM CONTRA OS $UPER$ALÁRIOS E APOIARAM O MOVIMENTO!
https://www.facebook.com/events/332354623518031/
VAMOS REFRESCAR A MEMÓRIA DO POVO DE MARINGÁ!
A População de Maringá acompanhou, desde 2011, a luta do Movimento $uper$aláriosNão!
Todos sabem que os 11 Vereadores, em novembro de 2011, aprovaram os $uper$alários e que pela pressão do Movimento e das Entidades, tiveram que revogar esse absurdo!
Foram muitos atos, manifestações, protestos e mobiliza...ção pela internet!
Mas agora, tem muita gente dizendo que circula nos bastidores a intenção dos Vereadores em chamar apenas "algumas entidades" como a Igreja e a ACIM e a OAB para conversar (NUM GRANDE JOGO DE CENA) para dizerem que estão respeitando a vontade popular.
Todos lembram que foram 43 entidades que apresentaram uma proposta de valores para o Prefeito, Vice e Secretários Municipais, inclusive a própria Igreja assinou essa proposta e divulgou uma nota, com a referência de reposição dos salários acompanhando o índice de reajuste dos servidores municipais.
Todos sabem que o Movimento $upar$aláriosNão deliberou essa proposta no dia 28 de fevereiro, em reunião realizada no Plenarinho da Câmara de Vereadores e a apresentou na Audiência Pública do dia 1º de Março na Câmara! Está registrado pela imprensa e pela divulgação nas redes sociais!
Agora todos sabem que esses mesmos vereadores defenderam a manutenção dos Valores do Prefeito e dos Secretários!
Portanto caro amigo e amiga, fique alerta!
Não se deixe enganar por mais uma tentativa de "Manobra Política"!
Tentarão passar a versão de que estão respeitando a vontade do povo!
TODOS SABEM QUE OS VEREADORES SÓ REDUZIRAM O VALOR DOS SEUS SUBSÍDIOS EM FUNÇÃO DA PRESSÃO EXERCIDA PELA SOCIEDADE ORGANIZADA E PELA PRESSÃO DO MOVIMENTO $UPER$ALÁRIOSNÃO NA WEB!
NÃO SERÁ DIFERENTE SOBRE OS VALORES DOS SALÁRIOS DO PREFEITO, VICE-PREFEITO E SECRETÁRIOS MUNICIPAIS!
VENHA TAMBÉM PARA A LUTA!
VAMOS VENCER NOVAMENTE E DOBRAR A ARROGÂNCIA DOS POLÍTICOS!
PARTICIPE DO ATO!
obs: DEVE-SE LEMBRAR QUE DOS 15 VEREADORES - APENAS 4 SEMPRE VOTARAM CONTRA OS $UPER$ALÁRIOS E APOIARAM O MOVIMENTO!
https://www.facebook.com/
terça-feira, 17 de julho de 2012
EM MARINGÁ, MULHERES SE MOBILIZAM E CONQUISTAM GRANDE VITÓRIA E CASA 4 DO PSF NÃO SERÁ MAIS FECHADA PELA PREFEITURA!
A prefeitura de Maringá recebeu do governo Federal recursos para a construção da Unidade Básica de Saúde da zona 7, mas até hoje ninguém sabe o que o prefeito, Roberto Pupin/Silvio Barros (PP), fizeram com o dinheiro.
A Surpresa é que além de não construir a UBS da Zona Sete, a Prefeitura de Maringá resolve fechar a Casa 4 do PSF do Conjunto Paulino e Batel.
Um verdadeiro Absurdo e desrespeito com a população de Maringá!
LIDERADO PELAS MULHERES DO BAIRRO em conjunto com o Conselho Local de Saúde e integrantes do CEBES - Centro Brasileiro de Estudos da Saúde (Regional de Maringá) se uniram contra o fechamento por parte da PMM da Casa 4 do PSF.
No dia 16 de julho veio a primeira vitória: a Prefeitura recuou e não vai mais fechar aquela unidade de saúde!
VITÓRIA DA POPULAÇÃO!!!

É com luta e mobilização que melhoramos a vida da nossa cidade!

Agora é continuar a Luta e exigir a Imediata Construção da Unidade Básica da Zona Sete!

Assinar:
Postagens (Atom)