quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
O debate sobre $uper$alários deverá ser democrático...
Assistimos pelas redes sociais uma mobilização “sui generis” da população que (teoricamente) não está “organizada” como entidade de classe. Porém, atribui-se a essa mobilização a “mudança” de opinião dos nobres “edis”.
Então fica a pergunta.
Por que o nobre vereador Flávio Vicente, defensor e propositor do reajuste para R$12 mil para os Vereadores está tentando “limitar” justamente a participação daqueles que mais se mobilizaram e garantiram a “revisão” da opinião dos mesmos?
Será que apenas os nobres vereadores tem o direito de opinar sobre qual deve ser o valor?
Será que pré-candidatos a vereador não tem direito de dar a sua opinião sobre o assunto?
Nós, do Movimento $uper$aláriosnão, estamos ficando apreensivos!
O Debate público do dia 1º de março terá que levantar qual será a manifestação da população de Maringá! E não será com exclusões de protagonistas do movimento que isso pode ser considerado uma decisão democrática!
Rui Falcão terá encontro com petistas de Maringá e Região

Por RIGON | FEVEREIRO 22, 2012 10:30
O presidente do Partido dos Trabalhadores, Rui Falcão, realizará uma plenária com lideranças do PT em Maringá e região na próxima sexta-feira na câmara municipal, com a presença do deputado estadual e pré-candidato a prefeito Enio Verri. O secretário de comunicação do partido e deputado federal, André Vargas, também deve estar presente. Às 16h, Rui Falcão dará uma entrevista coletiva no mesmo local. O tema da conversa deve ser as eleições municipais em Maringá e no Paraná, além da organização do partido no Brasil e o governo Dilma. Às17h, o presidente se encontrará com as lideranças do partido
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Conheça mais sobre os Resíduos Sólidos Urbanos
O crescimento das cidades, com elevada concentração populacional e expansão das áreas urbanas, associado à industrialização e ao alto consumo de bens e serviços, são fatores que têm contribuído para a formação de um cenário urbano com muitos impactos sociais e ambientais, que estão intimamente relacionados à geração e inadequada destinação dos resíduos, conseqüência do atual modelo de produção e consumo.
Segundo o dicionário Aurélio, resíduos são remanescentes ou restos, ou seja, aquilo tudo que sobra de algum processo ou sistema. Lixo é definido como tudo o que não presta e se joga fora; coisas inúteis, velhas, sem valor; resíduos que resultam de atividades domésticas, industriais, comerciais, etc. (Fonte: Ferreira, Aurélio B. de Hollanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 3ª ed, Curitiba: Positivo, 2004)
Torna-se necessário, portanto, considerar que em todo ciclo de um produto (que vai da extração da matéria-prima até o descarte pós-uso) – ou de um serviço – é possível tanto REUTILIZAR quanto RECICLAR diversos materiais ou sobras, integrando-os em outros ciclos de produção e consumo. É fundamental, ainda, REDUZIR a produção de resíduos sólidos, através de simples atitudes, por exemplo, baseadas no consumo consciente ou na eficientização de processos produtivos.
RESÍDUOS SÓLIDOS: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semi-sólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível.
REJEITOS: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada.


Aumento da vida útil dos aterros sanitários;Economia no consumo de energia;Economia no gasto com transporte;Geração de emprego e renda;Otimização da reutilização ou coprocessamento;Preservação de recursos naturais e insumos.Desvantagens:
Transporte para coleta diferenciada;Alteração do processo tecnológico para o beneficiamento, quando da reutilização de materiais no processo industrial.
Com a aprovação da PNRS, a necessidade da aplicação da Logística Reversa ficou ainda mais explícita e é citada em todos os planos para implementação da Política: Plano Nacional de Resíduos Sólidos, Planos Estaduais de Resíduos Sólidos, Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – empresariais. O Artigo 33º da Lei supracitada menciona tal obrigatoriedade:
“São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
I – agrotóxicos
II – pilhas e baterias;
III – pneus;
IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes”.
Vantagens:
Diminuição de materiais a serem coletados e dispostos, de maneira comum;Retirada de produtos potencialmente perigosos da coleta e destinação tradicionais;Economia de recurso ambiental, gerando ganhos financeiros.Desvantagens:
Dependência de acordo entre os diversos setores envolvidos, representados pelo poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes;Falta de sistemas informatizados que se integrem ao sistema existente de logística.
Após a segregação prévia, os resíduos são triturados e o produto final pode ser reutilizado ou reciclado. A trituração é uma técnica complementar à reciclagem e à compostagem, além de reduzir a granulometria do material resultante e o custo de transporte. Entretanto, o mecanismo de trituração vai depender do tipo de resíduo a ser processado. Normalmente, os resíduos que são encaminhados à trituração são vidros, pneu e resíduos de construção civil (RCC).
Vantagens:
Redução do volume de resíduos sólidos;Oportunidade de reciclagem e reaproveitamento do material triturado;Redução do custo de transporte.Desvantagens:
Em determinados tipos de trituração, há alto custo de manutenção e operação, além de um alto consumo de eletricidade.


A compostagem pode ser definida como um processo aeróbio e controlado de reciclagem da matéria orgânica presente nos resíduos sólidos urbanos. A decomposição biológica e estabilização da matéria resulta em composto orgânico, cuja utilização no solo não oferece riscos ao meio ambiente.
Segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a compostagem é uma solução de tratamento e não somente de destinação final. Contudo, do total de 94.335,1 t/d de resíduos orgânicos coletados somente 1,6% é encaminhado para tratamento via compostagem.
Vantagens:
Baixa complexidade na obtenção da licença ambiental;Diminuição da carga orgânica no material/rejeito a ser enviado ao aterro, minimizando os volumes a serem dispostos;Facilidade de monitoramento;Possibilidade de geração de empregos e envolvimento da comunidade do entorno;Tecnologia conhecida e de fácil implantação;Viabilidade comercial para venda do composto gerado.Desvantagens:
Baixa qualidade do composto e consequente dificuldade na comercialização;Geração de odores e efluentes, caso haja manipulação inadequada na produção.
Vantagens:
Aceleração do processo metanogênico da decomposição dos resíduos orgânicos, em virtude da separação dos resíduos pela tecnologia;Menor exposição dos trabalhadores com os resíduos;Possibilidade de maior higienização do espaço de trabalho;Redução de gases do efeito estufa (GEEs) e obtenção de créditos de carbono;Redução de resíduos a serem enviados para disposição final de aterros;Tecnologia conhecida, e de pouca complexidade para obtenção da licença ambiental.Desvantagens:
Composto produzido pode apresentar teores elevados de metais pesados, devido à dificuldade de seleção prévia do material;Por ser instalado em área fechada, o grande acúmulo de partículas em suspensão pode causar problemas de saúde dos trabalhadores.
Vantagens:
Aplicável a diversos tipos de resíduos;Aumento da vida útil dos locais para disposição final (ex: aterros);Degradação completa dos resíduos e quebra das moléculas dos componentes perigosos;Geração de calor e energia, possibilitando a cogeração;Utilização de pequenas áreas para implantação.Desvantagens:
Alto custo de implantação;Falta de procedimentos normativos por parte das esferas governamentais para obtenção da licença ambiental;Geração de cinzas, que devem ser corretamente dispostas de acordo com a sua composição;Geração de emissões atmosféricas, que devem ser controladas.
Vantagens:
Área reduzida para implantação dos reatores pirolíticos;Oportunidade de trabalho em centros de triagem;Redução substancial do volume de resíduos a ser disposto.Desvantagens:
Alto consumo de água no processo;Elevado custo de tratamento dos efluentes gasosos e líquidos;Difícil manutenção, que exige constante limpeza no sistema de alimentação de combustível auxiliar, exceto se for utilizado gás natural;Risco de contaminação do ar pela emissão de materiais particulados;Tecnologia pouco difundida no Brasil.
Vantagens:
Aceitação por parte dos stakeholders;Diminuição de custos com insumos, já que parte dos resíduos substitui a matéria-prima;Não geração de cinzas, pois toda a matéria queimada é incorporada ao produto final;Pouca complexidade para a obtenção de licença ambiental;Viabilidade na instalação se próxima a uma cimenteira;Redução significativa dos resíduos, minimizando os impactos ambientais;Elevado potencial de reaproveitamento energético dos resíduos.Desavantagens:
Inviabilidade na instalação se distantes de cimenteiras;Inviabilidade de coprocessamento para resíduos perigosos devido à sua composição;Necessidade de controle de emissões atmosféricas.
Um aterro sanitário deve, obrigatoriamente, conter:
Baixo custo operacional;Oportunidade de associação com outras tecnologias;Possibilidade de gestão consorciada;Potencial de geração de empregos;Tecnologia amplamente conhecida.Desvantagens:
Geração de odores característicos;Possibilidade de exposição e risco aos trabalhadores;Necessidade de grandes áreas para o empreendimento;Resistência por parte da comunidade do entorno;Quando não bem operado pode apresentar os seguintes impactos:- Emissão de GEE,- Possibilidade de passivos ambientais,- Proliferação de vetores e doenças associadas.Há diversas técnicas que podem ser utilizadas para a construção de aterros sanitários, como: trincheira, vala, preenchimento de depressão e aterro para aproveitamento energético. A escolha da mais adequada depende da localização, área disponível, classe e quantidade de resíduos/rejeito, etc.
(Fonte: As informações foram extraídas do estudo técnico desenvolvido pela consultoria Arcadis Logos para o Projeto GeRes, 2011)
Legenda:
– Publicações do ICLEI
OUTRAS PUBLICAÇÕES
Folder – Modelo Tecnológico e de Gestão para Manejo de Resíduos Sólidos – SRHU/MMA (Download)
Para tais definições, dois pontos merecem atenção: o primeiro é que resíduo e lixo nem sempre são sinônimos, já que o resto de alguma atividade ou processo pode ser reaproveitado em outro momento, deixando de ser algo sem valor, tornando-se matéria-prima. O segundo ponto é que, frente à escassez de espaço para disposição dos resíduos, cada vez mais vemo-nos inspirados a superar a idéia da existência do “jogar fora” , pois na prática, não existe o ‘fora’.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta dois conceitos importantes, distinguindo resíduos e rejeitos:

De acordo com o texto da PNRS, resíduos sólidos são aqueles que se encontram também nos estados líquido e gasoso, constituídos, principalmente, pelos efluentes de diversas atividades humanas. Há, no entanto, outros tipos de resíduos em estado líquido tais como o chorume, potencial contaminante de lençóis freáticos. Cabe ressaltar, por fim, que há alguns resíduos líquidos especiais, tais como o mercúrio, que são altamente tóxicos.
LEGISLAÇÃO
- Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) (Download)
- Versão Preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Download)
- Política Nacional de Saneamento Básico (Download)
- Proposta do Plano Nacional de Saneamento Básico (Download)
Tratamento e Destinação
Abaixo estão listadas algumas formas de pré-tratamento, tratamento e destinação – práticas mais comuns – para resíduos sólidos urbanos e suas vantagens e desvantagens associadas:
1. TECNOLOGIAS DE PRÉ-TRATAMENTO
A seguir encontram-se algumas tecnologias de pré-tratamento de resíduos sólidos urbanos:
- RECICLAGEM
- Este tipo de tratamento envolve várias atividades interligadas e tem como principal objetivo a retirada de materiais diferenciados, o tratamento e o retorno destes ao ciclo produtivo, reduzindo os volumes de resíduos a serem dispostos nos aterros ou enviados a outros tipos de tratamentos finais, viabilizando, desta maneira, a redução de matéria-prima necessária aos processos produtivos industriais. Muitos materiais podem ser reciclados e os mais comuns são vidros de diferentes cores, diferentes tipos de papel, latas de ferro e alumínio, tipos de plástico, madeira e etc.
Aumento da vida útil dos aterros sanitários;Economia no consumo de energia;Economia no gasto com transporte;Geração de emprego e renda;Otimização da reutilização ou coprocessamento;Preservação de recursos naturais e insumos.Desvantagens:
Transporte para coleta diferenciada;Alteração do processo tecnológico para o beneficiamento, quando da reutilização de materiais no processo industrial.
- LOGÍSTICA REVERSA
Com a aprovação da PNRS, a necessidade da aplicação da Logística Reversa ficou ainda mais explícita e é citada em todos os planos para implementação da Política: Plano Nacional de Resíduos Sólidos, Planos Estaduais de Resíduos Sólidos, Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – empresariais. O Artigo 33º da Lei supracitada menciona tal obrigatoriedade:
“São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
I – agrotóxicos
II – pilhas e baterias;
III – pneus;
IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes”.
Vantagens:
Diminuição de materiais a serem coletados e dispostos, de maneira comum;Retirada de produtos potencialmente perigosos da coleta e destinação tradicionais;Economia de recurso ambiental, gerando ganhos financeiros.Desvantagens:
Dependência de acordo entre os diversos setores envolvidos, representados pelo poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes;Falta de sistemas informatizados que se integrem ao sistema existente de logística.
- TRITURAÇÃO
Vantagens:
Redução do volume de resíduos sólidos;Oportunidade de reciclagem e reaproveitamento do material triturado;Redução do custo de transporte.Desvantagens:
Em determinados tipos de trituração, há alto custo de manutenção e operação, além de um alto consumo de eletricidade.
2. TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO E DESTINAÇÃO
A seguir são apresentadas algumas tecnologias para tratamento de resíduos sólidos urbanos:- COMPOSTAGEM
A compostagem pode ser definida como um processo aeróbio e controlado de reciclagem da matéria orgânica presente nos resíduos sólidos urbanos. A decomposição biológica e estabilização da matéria resulta em composto orgânico, cuja utilização no solo não oferece riscos ao meio ambiente.
Segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a compostagem é uma solução de tratamento e não somente de destinação final. Contudo, do total de 94.335,1 t/d de resíduos orgânicos coletados somente 1,6% é encaminhado para tratamento via compostagem.
Vantagens:
Baixa complexidade na obtenção da licença ambiental;Diminuição da carga orgânica no material/rejeito a ser enviado ao aterro, minimizando os volumes a serem dispostos;Facilidade de monitoramento;Possibilidade de geração de empregos e envolvimento da comunidade do entorno;Tecnologia conhecida e de fácil implantação;Viabilidade comercial para venda do composto gerado.Desvantagens:
Baixa qualidade do composto e consequente dificuldade na comercialização;Geração de odores e efluentes, caso haja manipulação inadequada na produção.
- TRATAMENTO MECÂNICO BIOLÓGICO (TMB)
Vantagens:
Aceleração do processo metanogênico da decomposição dos resíduos orgânicos, em virtude da separação dos resíduos pela tecnologia;Menor exposição dos trabalhadores com os resíduos;Possibilidade de maior higienização do espaço de trabalho;Redução de gases do efeito estufa (GEEs) e obtenção de créditos de carbono;Redução de resíduos a serem enviados para disposição final de aterros;Tecnologia conhecida, e de pouca complexidade para obtenção da licença ambiental.Desvantagens:
Composto produzido pode apresentar teores elevados de metais pesados, devido à dificuldade de seleção prévia do material;Por ser instalado em área fechada, o grande acúmulo de partículas em suspensão pode causar problemas de saúde dos trabalhadores.
- INCINERAÇÃO
Vantagens:
Aplicável a diversos tipos de resíduos;Aumento da vida útil dos locais para disposição final (ex: aterros);Degradação completa dos resíduos e quebra das moléculas dos componentes perigosos;Geração de calor e energia, possibilitando a cogeração;Utilização de pequenas áreas para implantação.Desvantagens:
Alto custo de implantação;Falta de procedimentos normativos por parte das esferas governamentais para obtenção da licença ambiental;Geração de cinzas, que devem ser corretamente dispostas de acordo com a sua composição;Geração de emissões atmosféricas, que devem ser controladas.
- PIRÓLISE
Vantagens:
Área reduzida para implantação dos reatores pirolíticos;Oportunidade de trabalho em centros de triagem;Redução substancial do volume de resíduos a ser disposto.Desvantagens:
Alto consumo de água no processo;Elevado custo de tratamento dos efluentes gasosos e líquidos;Difícil manutenção, que exige constante limpeza no sistema de alimentação de combustível auxiliar, exceto se for utilizado gás natural;Risco de contaminação do ar pela emissão de materiais particulados;Tecnologia pouco difundida no Brasil.
- COPROCESSAMENTO
Vantagens:
Aceitação por parte dos stakeholders;Diminuição de custos com insumos, já que parte dos resíduos substitui a matéria-prima;Não geração de cinzas, pois toda a matéria queimada é incorporada ao produto final;Pouca complexidade para a obtenção de licença ambiental;Viabilidade na instalação se próxima a uma cimenteira;Redução significativa dos resíduos, minimizando os impactos ambientais;Elevado potencial de reaproveitamento energético dos resíduos.Desavantagens:
Inviabilidade na instalação se distantes de cimenteiras;Inviabilidade de coprocessamento para resíduos perigosos devido à sua composição;Necessidade de controle de emissões atmosféricas.
3. DISPOSIÇÃO FINAL DE RESIDUOS SÓLIDOS URBANOS/REJEITOS
- ATERRO SANITÁRIO
Um aterro sanitário deve, obrigatoriamente, conter:
- Instalações de apoio;
- Sistema de drenagem de águas pluviais;
- Sistema de coleta e tratamento de líquidos percolados (chorume) e de drenagem de gases formados a partir da decomposição da matéria orgânica presente no lixo;
- Impermeabilização lateral e inferior, de modo a evitar a contaminação do solo e do lençol freático.
Baixo custo operacional;Oportunidade de associação com outras tecnologias;Possibilidade de gestão consorciada;Potencial de geração de empregos;Tecnologia amplamente conhecida.Desvantagens:
Geração de odores característicos;Possibilidade de exposição e risco aos trabalhadores;Necessidade de grandes áreas para o empreendimento;Resistência por parte da comunidade do entorno;Quando não bem operado pode apresentar os seguintes impactos:- Emissão de GEE,- Possibilidade de passivos ambientais,- Proliferação de vetores e doenças associadas.Há diversas técnicas que podem ser utilizadas para a construção de aterros sanitários, como: trincheira, vala, preenchimento de depressão e aterro para aproveitamento energético. A escolha da mais adequada depende da localização, área disponível, classe e quantidade de resíduos/rejeito, etc.
(Fonte: As informações foram extraídas do estudo técnico desenvolvido pela consultoria Arcadis Logos para o Projeto GeRes, 2011)
Legenda:

OUTRAS PUBLICAÇÕES
Folder – Modelo Tecnológico e de Gestão para Manejo de Resíduos Sólidos – SRHU/MMA (Download)
- Folder – Orientações sobre a elaboração dos Planos de Gestão de Resíduos Sólidos – Projeto GeRes (Download)
Após uma semana de aula, alunos continuam sem material e uniformes
Prefeitura não tem data definida para fazer a distribuição dos objetos. Governo diz que prazo para fornecedores entregar o material vence nesta quinta
Fonte:

Os mais de 28 mil alunos da rede pública de Maringá continuam sem material escolar e sem um novo uniforme. Eles retornaram às aulas na última quarta-feira (8) e a Prefeitura de Maringá ainda não tem prazo definido para que os objetos cheguem às mãos dos estudantes.

Os mais de 28 mil alunos da rede pública de Maringá continuam sem material escolar e sem um novo uniforme. Eles retornaram às aulas na última quarta-feira (8) e a Prefeitura de Maringá ainda não tem prazo definido para que os objetos cheguem às mãos dos estudantes.
A assessoria de imprensa da prefeitura informou, nesta quarta-feira (15), que o prazo do fornecedor responsável pelo kit acaba na quinta (16) e, que assim que o material chegar, ele vai ser distribuído nas escolas. Sobre o uniforme, o governo afirmou que são várias licitações, uma para cada peça de roupa, e que ainda está faltando parte delas.
Na semana passada, a administração municipal minimizou o atraso na distribuição dos itens alegando que o kit não é uma obrigatoriedade e que os primeiros dias de aula são para adaptação e integração dos alunos.
O conteúdo dos kits é diferente para cada turma por vários fatores, como a série e se o ensino é integral ou não. Borrachas, cadernos, estojos, pincéis, colas, réguas, dicionários, garrafas de água, mochilas e agendas são alguns dos itens presentes nos kits. Segundo a prefeitura, o número de objetos aumenta a cada ano. Todos os materiais são comprados por uma só licitação e o processo dura quase um ano. Para os kits de 2012, o processo começou em abril de 2011.
por redação!
E tem mais. Gostaria de entender o porque das obras da escola municipal da Av. Gurucaia ter começado agora, junto com o inicio do ajo letivo. Porque não começaram em dezembro de 2011? Estão atrapalhando os estudos, pergunta Daniel Bogo pelo Facebook.
O Ensino Municipal é mais estruturado do que o estadual em todos os municípios do Brasil - principalmente e especialmente em Municípios do porte de Maringá. Atribuir à administação municipal as "condições estruturais" das escolas e do ensino municipal é um equivoco. Pois não se mede competência por essas informações. O que se deve "cobrar" das gestões municipais é a aglidade e a competência para que as aulas não sejam atrapalhadas pelo imobilismo dos gestores! Iniciar obras nas escolas no período de aulas? Será que essas obras não poderiam ser realizadas durante o período de férias?
Em Sarandi, a previsão para chegada do material é em março
Em Sarandi, na Região Metropolitana de Maringá (RMM), uniformes e complementos do material estão previstos para chegar em março. Os estudantes da rede municipal começaram o ano letivo na última segunda-feira (6) e também continuam sem uniformes, lápis de cor e régua. A justificativa, neste caso, é que a licitação para a compra de 9,8 mil uniformes foi embargada em dezembro de 2011 por uma das empresas interessadas no certame. A situação só foi resolvida no final de janeiro.
Segundo a Secretaria de Administração de Sarandi, uma das empresas não aceitou enviar uma amostra do uniforme antes da licitação, conforme exigência do edital. Com isso, a licitação foi embargada e todo o processo ficou atrasado.
Segundo a assessoria, o material básico, como caneta, lápis e borracha, já foi entregue aos alunos.
Erosão do solo eleva ameaça do aquecimento global, alerta ONU

REUTERS
Por Nina Chestney
LONDRES, 13 Fev (Reuters) - O aquecimento global ficará pior à medida que a agricultura acelerar a taxa de erosão do solo, reduzindo a quantidade de carbono que o solo é capaz de armazenar, informou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) nesta segunda-feira.
O solo contém quantidades enormes de carbono na forma de matéria orgânica, que fornece os nutrientes para o crescimento das plantas e melhora a fertilidade da terra e o movimento da água.
A faixa mais superficial do solo sozinha armazena cerca de 2,2 trilhões de toneladas de carbono - três vezes mais que o nível atualmente contido na atmosfera, informou o Livro do Ano 2012 do Pnuma.
"O carbono do solo é facilmente perdido, mas difícil de ser reposto", diz o relatório.
"Os estoques de carbono no solo são altamente vulneráveis às atividades humanas. Eles diminuem de forma significativa (e em geral rapidamente) em resposta às mudanças na cobertura do solo e no uso da terra, tais como desmatamento, desenvolvimento urbano e o aumento das culturas, e como resultado de práticas agrícolas e florestais insustentáveis.
Tais atividades podem decompor a matéria orgânica. Quando isso ocorre, parte do carbono é convertido em dióxido de carbono -- gás do efeito estufa que é um dos principais responsáveis pelo aquecimento global - e ele é perdido do solo.
Cerca de 24 por cento das terras do planeta já sofreram declínio na saúde e na produtividade ao longo dos últimos 25 anos em razão do uso insustentável do solo, disse o Pnuma.
Desde o século 19, aproximadamente 60 por cento do carbono armazenado nos solos e na vegetação foi perdido como resultado das mudanças no uso da terra, tais como limpar a terra para a agricultura e para as cidades.
À medida que a demanda global por alimentos, água e energia aumente drasticamente, como se prevê, o solo ficará sob uma pressão cada vez maior.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Petistas lançam abaixo-assinado por candidatura própria em Curitiba

Intitulado “Uma candidatura petista à Prefeitura de Curitiba, sim!”, o documento, disponível online e aberto a novas adesões, tem as assinaturas do deputado federal Dr. Rosinha e do deputado Tadeu Veneri, ambos pré-candidatos a prefeito.
Pelo menos seis correntes internas já aderiram ao abaixo-assinado: “Democracia Socialista”, “Militância Socialista”, “Articulação de Esquerda”, “Esquerda Marxista”, “Base e Luta” e “O Trabalho”.
“Uma candidatura petista à Prefeitura de Curitiba é fundamental para mobilizar a população em torno de um projeto de governo alternativo para a cidade”, diz trecho do abaixo-assinado. “O Partido dos Trabalhadores não pode abrir mão do seu papel de oposição ao grupo político-econômico que há décadas governa Curitiba.”
O texto argumenta, entre outras coisas, que uma candidatura própria do PT possibilitaria a ampliação da bancada de vereadores em Curitiba, além de fortalecer as candidaturas petistas nas demais cidades da região metropolitana, que não possuem programas eleitorais de televisão de âmbito local. “Desde 1985, o PT sempre lançou candidaturas próprias em Curitiba. Manter a estrela acesa e brilhando depende apenas de nós. E de você”, conclui o texto.
Unidos pela candidatura própria
Na última semana, a Executiva do PT de Curitiba aprovou um calendário para a definição da tática eleitoral do partido.
O lançamento ou não de uma candidatura própria será definido através de um encontro municipal. No próximo dia 15 de abril, os cerca de 5,5 mil filiados petistas irão eleger 300 delegados para esse encontro.
A tendência é de que as alas defensoras da tese de candidatura própria lancem uma única chapa nessa disputa.
A inscrição das chapas acontece em março. O encontro está previsto para os dias 27 e 28 de abril.
Abaixo, a íntegra do documento.
ABAIXO-ASSINADO
Uma candidatura petista à Prefeitura de Curitiba, sim!
Link para assinar e conferir as assinaturas:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=pt13ctba
No momento em que o PT completa 32 anos, nós, militantes petistas em Curitiba, defendemos o lançamento de uma candidatura própria nas eleições municipais de outubro.
Uma candidatura petista à Prefeitura de Curitiba é fundamental para mobilizar a população em torno de um projeto de governo alternativo para a cidade. Um projeto que priorize a inclusão social com distribuição de renda, que dê transparência à gestão, promova a participação popular, valorize os serviços públicos.
O Partido dos Trabalhadores não pode abrir mão do seu papel de oposição ao grupo político-econômico que há décadas governa Curitiba.
Em abril, nós, filiados petistas, vamos escolher, através do voto, nossos representantes para um encontro municipal que definirá o lançamento ou não de uma candidatura própria.
Convidamos você a se juntar a nós para eleger uma chapa de delegadas e delegados comprometidos com a defesa desta candidatura.
Com ela, vamos ampliar a bancada de vereadores em Curitiba. Vamos fortalecer as candidaturas petistas na região metropolitana, irradiando as nossas propostas e o número 13 em cidades onde não há programa eleitoral de televisão.
Para além de fazer a defesa do projeto do governo Dilma, uma candidatura do PT na capital servirá para acumularmos ainda mais força para, em 2014, derrotarmos a direita na disputa pelo governo do Paraná.
Desde 1985, o PT sempre lançou candidaturas próprias em Curitiba. Manter a estrela acesa e brilhando depende apenas de nós. E de você.
Assinam este texto:
(lista aberta a novas adesões)
Dr. Rosinha, deputado federal
Tadeu Veneri, deputado estadual
Democracia Socialista / Militância Socialista / Articulação de Esquerda / Esquerda Marxista / Base e Luta / O Trabalho
Link para assinar e conferir as assinaturas:
http://www.peticaopublica.com.br/?pi=pt13ctba
Movimentos sociais fazem balanço do FST e preparam mobilizações para Rio+20
| Porto Alegre
Fonte; Agência Brasil - Paula LaboissièreCerca de 1,5 mil pessoas participaram hoje (28) de uma assembleia que reuniu mais de 100 movimentos sociais participantes do Fórum Social Temático (FST) 2012. Em carta, os ativistas citaram a construção de uma agenda e de ações comuns contra o capitalismo, o patriarcado, o racismo e todo tipo de discriminação e exploração.
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A coordenadora dos movimentos sociais, Rosane Bertotti, explicou que o documento lista elementos em comum em meio à diversidade registrada na assembleia. Entre os destaques, temas como a democratização da comunicação, a violência contra as mulheres, o desenvolvimento sustentável e solidário, a reforma agrária, a agricultura familiar, o trabalho decente, a luta pela educação e pela saúde.
“Rejeitamos toda e qualquer forma de exploração e discriminação, seja ela no mundo do trabalho, sexista ou racial. Rejeitamos também toda forma de criminalização dos movimentos sociais e a forma como o capitalismo se reinventa na proposta de uma economia verde, achando que apenas pintar de verde um espaço vai mudar a realidade. Entendemos que, para mudar a realidade, não é só pintar de verde, é garantir direitos, liberdade de organização, democracia, proteção social”, disse.
Para o presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), Daniel Iliescu, o FST constituiu um espaço importante para reunir ativistas de várias partes do mundo que, em 2011, deram lições de cidadania e consciência na luta pelo acesso à educação e pelo direito a uma educação de qualidade.
“O FST funciona como uma orquestra que consegue juntar diferentes opiniões de inúmeros países numa perspectiva de superar as desigualdades sociais e os desequilíbrios que hoje a gente enfrenta no mundo”, ressaltou. Entre as reivindicações do movimento estudantil brasileiro estão a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB)) para a educação, a vinculação de, pelo menos, 50% da arrecadação com a exploração do pré-sal para investimentos em educação e a valorização do professor.
O secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Quintino Severo, avaliou que os debates do FST ficaram dentro do esperado. “Nós, do movimento sindical, viemos para o fórum para fazer o debate junto com as outras mobilizações dos movimentos sociais, para potencializar a nossa intervenção, as nossas propostas durante a realização da Rio+20.”
A ideia, segundo ele, é fazer com que a Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) não seja apenas um espaço de debate para ambientalistas, mas que inclua nas discussões fórmulas para melhorar as condições de trabalho no mundo. “Não basta apenas produzir de forma sustentável, é preciso desconcentrar renda, respeito aos direitos dos trabalhadores, aos direitos sociais e, acima de tudo, ao cidadão.”
Já o presidente da União de Negros pela Igualdade (Unegro), Edson França, disse que a expectativa do movimento negro em relação ao FST foi superada, já que foi possível elaborar um documento com as reivindicações de todos os movimentos sociais.
“A questão racial aparece na carta porque o racismo é uma dimensão importante da opressão. Os movimentos sociais, a cada tempo que vai se passando, por meio do diálogo, vêm tomando entendimento e se sensibilizando a respeito disso”, explicou.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
PNRS - Revolução no tratamento dos Residuos Sólidos Urbanos - Processo via umida
Veja o exemplo de tecnologias realmente adequadas para o tratamento dos resíduos sólidos urbanos!
Clicar na imagem e assistir o vídeo!
Em Maringá, a Parceria Pública Privada poderia se preocupar em "trazer tecnologias" do tipo descritas pelo vídeo - quem sabe a discussão não poderia ser de outra natureza!
A Incineração é a última e mais indesejável alternativa para o tratamento dos resíduos sólidos urbanos!
Resíduos Sólidos Urbanos
O crescimento das cidades, com elevada concentração populacional e expansão das áreas urbanas, associado à industrialização e ao alto consumo de bens e serviços, são fatores que têm contribuído para a formação de um cenário urbano com muitos impactos sociais e ambientais, que estão intimamente relacionados à geração e inadequada destinação dos resíduos, conseqüência do atual modelo de produção e consumo.
Segundo o dicionário Aurélio, resíduos são remanescentes ou restos, ou seja, aquilo tudo que sobra de algum processo ou sistema. Lixo é definido como tudo o que não presta e se joga fora; coisas inúteis, velhas, sem valor; resíduos que resultam de atividades domésticas, industriais, comerciais, etc. (Fonte: Ferreira, Aurélio B. de Hollanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, 3ª ed, Curitiba: Positivo, 2004)
Torna-se necessário, portanto, considerar que em todo ciclo de um produto (que vai da extração da matéria-prima até o descarte pós-uso) – ou de um serviço – é possível tanto REUTILIZAR quanto RECICLAR diversos materiais ou sobras, integrando-os em outros ciclos de produção e consumo. É fundamental, ainda, REDUZIR a produção de resíduos sólidos, através de simples atitudes, por exemplo, baseadas no consumo consciente ou na eficientização de processos produtivos.
RESÍDUOS SÓLIDOS: material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semi-sólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível.
REJEITOS: resíduos sólidos que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada.


Aumento da vida útil dos aterros sanitários;Economia no consumo de energia;Economia no gasto com transporte;Geração de emprego e renda;Otimização da reutilização ou coprocessamento;Preservação de recursos naturais e insumos.Desvantagens:
Transporte para coleta diferenciada;Alteração do processo tecnológico para o beneficiamento, quando da reutilização de materiais no processo industrial.
Com a aprovação da PNRS, a necessidade da aplicação da Logística Reversa ficou ainda mais explícita e é citada em todos os planos para implementação da Política: Plano Nacional de Resíduos Sólidos, Planos Estaduais de Resíduos Sólidos, Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – empresariais. O Artigo 33º da Lei supracitada menciona tal obrigatoriedade:
“São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
I – agrotóxicos
II – pilhas e baterias;
III – pneus;
IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes”.
Vantagens:
Diminuição de materiais a serem coletados e dispostos, de maneira comum;Retirada de produtos potencialmente perigosos da coleta e destinação tradicionais;Economia de recurso ambiental, gerando ganhos financeiros.Desvantagens:
Dependência de acordo entre os diversos setores envolvidos, representados pelo poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes;Falta de sistemas informatizados que se integrem ao sistema existente de logística.
Após a segregação prévia, os resíduos são triturados e o produto final pode ser reutilizado ou reciclado. A trituração é uma técnica complementar à reciclagem e à compostagem, além de reduzir a granulometria do material resultante e o custo de transporte. Entretanto, o mecanismo de trituração vai depender do tipo de resíduo a ser processado. Normalmente, os resíduos que são encaminhados à trituração são vidros, pneu e resíduos de construção civil (RCC).
Vantagens:
Redução do volume de resíduos sólidos;Oportunidade de reciclagem e reaproveitamento do material triturado;Redução do custo de transporte.Desvantagens:
Em determinados tipos de trituração, há alto custo de manutenção e operação, além de um alto consumo de eletricidade.


A compostagem pode ser definida como um processo aeróbio e controlado de reciclagem da matéria orgânica presente nos resíduos sólidos urbanos. A decomposição biológica e estabilização da matéria resulta em composto orgânico, cuja utilização no solo não oferece riscos ao meio ambiente.
Segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a compostagem é uma solução de tratamento e não somente de destinação final. Contudo, do total de 94.335,1 t/d de resíduos orgânicos coletados somente 1,6% é encaminhado para tratamento via compostagem.
Vantagens:
Baixa complexidade na obtenção da licença ambiental;Diminuição da carga orgânica no material/rejeito a ser enviado ao aterro, minimizando os volumes a serem dispostos;Facilidade de monitoramento;Possibilidade de geração de empregos e envolvimento da comunidade do entorno;Tecnologia conhecida e de fácil implantação;Viabilidade comercial para venda do composto gerado.Desvantagens:
Baixa qualidade do composto e consequente dificuldade na comercialização;Geração de odores e efluentes, caso haja manipulação inadequada na produção.
Vantagens:
Aceleração do processo metanogênico da decomposição dos resíduos orgânicos, em virtude da separação dos resíduos pela tecnologia;Menor exposição dos trabalhadores com os resíduos;Possibilidade de maior higienização do espaço de trabalho;Redução de gases do efeito estufa (GEEs) e obtenção de créditos de carbono;Redução de resíduos a serem enviados para disposição final de aterros;Tecnologia conhecida, e de pouca complexidade para obtenção da licença ambiental.Desvantagens:
Composto produzido pode apresentar teores elevados de metais pesados, devido à dificuldade de seleção prévia do material;Por ser instalado em área fechada, o grande acúmulo de partículas em suspensão pode causar problemas de saúde dos trabalhadores.
Vantagens:
Aplicável a diversos tipos de resíduos;Aumento da vida útil dos locais para disposição final (ex: aterros);Degradação completa dos resíduos e quebra das moléculas dos componentes perigosos;Geração de calor e energia, possibilitando a cogeração;Utilização de pequenas áreas para implantação.Desvantagens:
Alto custo de implantação;Falta de procedimentos normativos por parte das esferas governamentais para obtenção da licença ambiental;Geração de cinzas, que devem ser corretamente dispostas de acordo com a sua composição;Geração de emissões atmosféricas, que devem ser controladas.
Vantagens:
Área reduzida para implantação dos reatores pirolíticos;Oportunidade de trabalho em centros de triagem;Redução substancial do volume de resíduos a ser disposto.Desvantagens:
Alto consumo de água no processo;Elevado custo de tratamento dos efluentes gasosos e líquidos;Difícil manutenção, que exige constante limpeza no sistema de alimentação de combustível auxiliar, exceto se for utilizado gás natural;Risco de contaminação do ar pela emissão de materiais particulados;Tecnologia pouco difundida no Brasil.
Vantagens:
Aceitação por parte dos stakeholders;Diminuição de custos com insumos, já que parte dos resíduos substitui a matéria-prima;Não geração de cinzas, pois toda a matéria queimada é incorporada ao produto final;Pouca complexidade para a obtenção de licença ambiental;Viabilidade na instalação se próxima a uma cimenteira;Redução significativa dos resíduos, minimizando os impactos ambientais;Elevado potencial de reaproveitamento energético dos resíduos.Desavantagens:
Inviabilidade na instalação se distantes de cimenteiras;Inviabilidade de coprocessamento para resíduos perigosos devido à sua composição;Necessidade de controle de emissões atmosféricas.
Um aterro sanitário deve, obrigatoriamente, conter:
Baixo custo operacional;Oportunidade de associação com outras tecnologias;Possibilidade de gestão consorciada;Potencial de geração de empregos;Tecnologia amplamente conhecida.Desvantagens:
Geração de odores característicos;Possibilidade de exposição e risco aos trabalhadores;Necessidade de grandes áreas para o empreendimento;Resistência por parte da comunidade do entorno;Quando não bem operado pode apresentar os seguintes impactos:- Emissão de GEE,- Possibilidade de passivos ambientais,- Proliferação de vetores e doenças associadas.Há diversas técnicas que podem ser utilizadas para a construção de aterros sanitários, como: trincheira, vala, preenchimento de depressão e aterro para aproveitamento energético. A escolha da mais adequada depende da localização, área disponível, classe e quantidade de resíduos/rejeito, etc.
(Fonte: As informações foram extraídas do estudo técnico desenvolvido pela consultoria Arcadis Logos para o Projeto GeRes, 2011)
Legenda:
– Publicações do ICLEI
OUTRAS PUBLICAÇÕES
Folder – Modelo Tecnológico e de Gestão para Manejo de Resíduos Sólidos – SRHU/MMA (Download)
Para tais definições, dois pontos merecem atenção: o primeiro é que resíduo e lixo nem sempre são sinônimos, já que o resto de alguma atividade ou processo pode ser reaproveitado em outro momento, deixando de ser algo sem valor, tornando-se matéria-prima. O segundo ponto é que, frente à escassez de espaço para disposição dos resíduos, cada vez mais vemo-nos inspirados a superar a idéia da existência do “jogar fora” , pois na prática, não existe o ‘fora’.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos apresenta dois conceitos importantes, distinguindo resíduos e rejeitos:

De acordo com o texto da PNRS, resíduos sólidos são aqueles que se encontram também nos estados líquido e gasoso, constituídos, principalmente, pelos efluentes de diversas atividades humanas. Há, no entanto, outros tipos de resíduos em estado líquido tais como o chorume, potencial contaminante de lençóis freáticos. Cabe ressaltar, por fim, que há alguns resíduos líquidos especiais, tais como o mercúrio, que são altamente tóxicos.
LEGISLAÇÃO
- Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/10) (Download)
- Versão Preliminar do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Download)
- Política Nacional de Saneamento Básico (Download)
- Proposta do Plano Nacional de Saneamento Básico (Download)
Tratamento e Destinação
Abaixo estão listadas algumas formas de pré-tratamento, tratamento e destinação – práticas mais comuns – para resíduos sólidos urbanos e suas vantagens e desvantagens associadas:
1. TECNOLOGIAS DE PRÉ-TRATAMENTO
A seguir encontram-se algumas tecnologias de pré-tratamento de resíduos sólidos urbanos:
- RECICLAGEM
- Este tipo de tratamento envolve várias atividades interligadas e tem como principal objetivo a retirada de materiais diferenciados, o tratamento e o retorno destes ao ciclo produtivo, reduzindo os volumes de resíduos a serem dispostos nos aterros ou enviados a outros tipos de tratamentos finais, viabilizando, desta maneira, a redução de matéria-prima necessária aos processos produtivos industriais. Muitos materiais podem ser reciclados e os mais comuns são vidros de diferentes cores, diferentes tipos de papel, latas de ferro e alumínio, tipos de plástico, madeira e etc.
Aumento da vida útil dos aterros sanitários;Economia no consumo de energia;Economia no gasto com transporte;Geração de emprego e renda;Otimização da reutilização ou coprocessamento;Preservação de recursos naturais e insumos.Desvantagens:
Transporte para coleta diferenciada;Alteração do processo tecnológico para o beneficiamento, quando da reutilização de materiais no processo industrial.
- LOGÍSTICA REVERSA
Com a aprovação da PNRS, a necessidade da aplicação da Logística Reversa ficou ainda mais explícita e é citada em todos os planos para implementação da Política: Plano Nacional de Resíduos Sólidos, Planos Estaduais de Resíduos Sólidos, Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos – empresariais. O Artigo 33º da Lei supracitada menciona tal obrigatoriedade:
“São obrigados a estruturar e implementar sistemas de logística reversa, mediante retorno dos produtos após o uso pelo consumidor, de forma independente do serviço público de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de:
I – agrotóxicos
II – pilhas e baterias;
III – pneus;
IV – óleos lubrificantes, seus resíduos e embalagens;
V – lâmpadas fluorescentes, de vapor de sódio e mercúrio e de luz mista;
VI – produtos eletroeletrônicos e seus componentes”.
Vantagens:
Diminuição de materiais a serem coletados e dispostos, de maneira comum;Retirada de produtos potencialmente perigosos da coleta e destinação tradicionais;Economia de recurso ambiental, gerando ganhos financeiros.Desvantagens:
Dependência de acordo entre os diversos setores envolvidos, representados pelo poder público e fabricantes, importadores, distribuidores ou comerciantes;Falta de sistemas informatizados que se integrem ao sistema existente de logística.
- TRITURAÇÃO
Vantagens:
Redução do volume de resíduos sólidos;Oportunidade de reciclagem e reaproveitamento do material triturado;Redução do custo de transporte.Desvantagens:
Em determinados tipos de trituração, há alto custo de manutenção e operação, além de um alto consumo de eletricidade.
2. TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO E DESTINAÇÃO
A seguir são apresentadas algumas tecnologias para tratamento de resíduos sólidos urbanos:- COMPOSTAGEM
A compostagem pode ser definida como um processo aeróbio e controlado de reciclagem da matéria orgânica presente nos resíduos sólidos urbanos. A decomposição biológica e estabilização da matéria resulta em composto orgânico, cuja utilização no solo não oferece riscos ao meio ambiente.
Segundo o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, a compostagem é uma solução de tratamento e não somente de destinação final. Contudo, do total de 94.335,1 t/d de resíduos orgânicos coletados somente 1,6% é encaminhado para tratamento via compostagem.
Vantagens:
Baixa complexidade na obtenção da licença ambiental;Diminuição da carga orgânica no material/rejeito a ser enviado ao aterro, minimizando os volumes a serem dispostos;Facilidade de monitoramento;Possibilidade de geração de empregos e envolvimento da comunidade do entorno;Tecnologia conhecida e de fácil implantação;Viabilidade comercial para venda do composto gerado.Desvantagens:
Baixa qualidade do composto e consequente dificuldade na comercialização;Geração de odores e efluentes, caso haja manipulação inadequada na produção.
- TRATAMENTO MECÂNICO BIOLÓGICO (TMB)
Vantagens:
Aceleração do processo metanogênico da decomposição dos resíduos orgânicos, em virtude da separação dos resíduos pela tecnologia;Menor exposição dos trabalhadores com os resíduos;Possibilidade de maior higienização do espaço de trabalho;Redução de gases do efeito estufa (GEEs) e obtenção de créditos de carbono;Redução de resíduos a serem enviados para disposição final de aterros;Tecnologia conhecida, e de pouca complexidade para obtenção da licença ambiental.Desvantagens:
Composto produzido pode apresentar teores elevados de metais pesados, devido à dificuldade de seleção prévia do material;Por ser instalado em área fechada, o grande acúmulo de partículas em suspensão pode causar problemas de saúde dos trabalhadores.
- INCINERAÇÃO
Vantagens:
Aplicável a diversos tipos de resíduos;Aumento da vida útil dos locais para disposição final (ex: aterros);Degradação completa dos resíduos e quebra das moléculas dos componentes perigosos;Geração de calor e energia, possibilitando a cogeração;Utilização de pequenas áreas para implantação.Desvantagens:
Alto custo de implantação;Falta de procedimentos normativos por parte das esferas governamentais para obtenção da licença ambiental;Geração de cinzas, que devem ser corretamente dispostas de acordo com a sua composição;Geração de emissões atmosféricas, que devem ser controladas.
- PIRÓLISE
Vantagens:
Área reduzida para implantação dos reatores pirolíticos;Oportunidade de trabalho em centros de triagem;Redução substancial do volume de resíduos a ser disposto.Desvantagens:
Alto consumo de água no processo;Elevado custo de tratamento dos efluentes gasosos e líquidos;Difícil manutenção, que exige constante limpeza no sistema de alimentação de combustível auxiliar, exceto se for utilizado gás natural;Risco de contaminação do ar pela emissão de materiais particulados;Tecnologia pouco difundida no Brasil.
- COPROCESSAMENTO
Vantagens:
Aceitação por parte dos stakeholders;Diminuição de custos com insumos, já que parte dos resíduos substitui a matéria-prima;Não geração de cinzas, pois toda a matéria queimada é incorporada ao produto final;Pouca complexidade para a obtenção de licença ambiental;Viabilidade na instalação se próxima a uma cimenteira;Redução significativa dos resíduos, minimizando os impactos ambientais;Elevado potencial de reaproveitamento energético dos resíduos.Desavantagens:
Inviabilidade na instalação se distantes de cimenteiras;Inviabilidade de coprocessamento para resíduos perigosos devido à sua composição;Necessidade de controle de emissões atmosféricas.
3. DISPOSIÇÃO FINAL DE RESIDUOS SÓLIDOS URBANOS/REJEITOS
- ATERRO SANITÁRIO
Um aterro sanitário deve, obrigatoriamente, conter:
- Instalações de apoio;
- Sistema de drenagem de águas pluviais;
- Sistema de coleta e tratamento de líquidos percolados (chorume) e de drenagem de gases formados a partir da decomposição da matéria orgânica presente no lixo;
- Impermeabilização lateral e inferior, de modo a evitar a contaminação do solo e do lençol freático.
Baixo custo operacional;Oportunidade de associação com outras tecnologias;Possibilidade de gestão consorciada;Potencial de geração de empregos;Tecnologia amplamente conhecida.Desvantagens:
Geração de odores característicos;Possibilidade de exposição e risco aos trabalhadores;Necessidade de grandes áreas para o empreendimento;Resistência por parte da comunidade do entorno;Quando não bem operado pode apresentar os seguintes impactos:- Emissão de GEE,- Possibilidade de passivos ambientais,- Proliferação de vetores e doenças associadas.Há diversas técnicas que podem ser utilizadas para a construção de aterros sanitários, como: trincheira, vala, preenchimento de depressão e aterro para aproveitamento energético. A escolha da mais adequada depende da localização, área disponível, classe e quantidade de resíduos/rejeito, etc.
(Fonte: As informações foram extraídas do estudo técnico desenvolvido pela consultoria Arcadis Logos para o Projeto GeRes, 2011)
Legenda:

OUTRAS PUBLICAÇÕES
Folder – Modelo Tecnológico e de Gestão para Manejo de Resíduos Sólidos – SRHU/MMA (Download)
- Folder – Orientações sobre a elaboração dos Planos de Gestão de Resíduos Sólidos – Projeto GeRes (Download)
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